Sexta-feira, 14 de Outubro de 2011

 

 

“Qué hermosa cassette de Etiopía... Tiene un efecto en mi cuerpo semejante al de la morfina. Es tan balsámico que voy a echarme una siestita ahora mismo. No tengo más que decir, simplemente escuchad esto y sentiros bien hoy. Hablamos luego. Love, Brian”. Quien firma estas líneas se llama Brian Shimkovitz y es uno de esos seres que han sido capaces de realizar esa dificilísima tarea de encontrar uno de esos nichos que no existían en la red, llenarlo y conseguir que se convierta en cierto modo en crucial.

 

El señor Shimkovitz reside en Nueva York, pero su aportación al mundo de la cultura y de la música en general procede en su totalidad de África. Cuenta que mientras investigaba en la escena musical local de Ghana con una beca Fulbright, descubrió el mercado regional de cassettes que se desarrollaba en las calles de varios países de África. Fue entonces cuando surgió el germen de una búsqueda eterna y extraña de unas de las músicas más desconocidas y tal vez despreciadas por el mainstream de occidente. De esta forma en 2006 puso en marcha un blog al que llamó Awesome Tapes From Africa (Increíbles cassettes de África) en el que no solo habla y comparte información sobre su música favorita, también ofrece los archivos para bajar.

 

Para ler mais, é só seguir até aqui e aqui.

 

 

 



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Quarta-feira, 5 de Outubro de 2011


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Quinta-feira, 29 de Setembro de 2011

 

 

 

 

 

 

 



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Sábado, 17 de Setembro de 2011

 

 

 

Bolsa de mobilidade artística "Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura", em parceria com Roberto Cimetta Fund

 

Tendo em vista a preparação de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, a Fundação Cidade de Guimarães e o Roberto Cimetta Fund (RCF)  abriram uma bolsa de mobilidade artística para apoiar o intercâmbio cultural entre a cidade de Guimarães (Portugal) e a região Euro-Árabe.

Se é artista ou agente cultural e deseja deslocar-se a Guimarães, ou se está em Guimarães a preparar um projecto de intercâmbio artístico e pretende participar numa residência, num workshop, num encontro de profissionais, num seminário ou conferência, então pode concorrer a esta bolsa para cobrir as despesas de deslocação e de autorização de permanência no local de destino, desde que as deslocações ocorram após o início das candidaturas (1 de Setembro).

 

No processo de selecção, será dada prioridade a candidaturas no âmbito das seguintes áreas artísticas: música, artes performativas, cinema, arte contemporânea, design e arquitectura, preferencialmente no contexto de projectos de residência.

 

A bolsa “RCF/Guimarães 2012 Mobility Fund” é promovida pelo RCF. Na atribuição desta bolsa são aplicáveis os seguintes critérios:

O objectivo da viagem deve potenciar um impacto de longo prazo no sector artístico na bacia do Mediterrâneo. Ou seja, a viagem deve contribuir para o reforço dos recursos existentes, que, por sua vez, podem ser partilhados em rede e promover o contacto entre artistas e operadores artísticos no próprio país ou região, de modo a manter, renovar e desenvolver as artes contemporâneas.

A viagem deve ter lugar após a data de início das candidaturas. Isto implica que o candidato terá de pagar as suas despesas antes mesmo de saber se a bolsa lhe será atribuída ou não.

 

Perfil dos candidatos:

Podem candidatar-se indivíduos que vivam ou trabalhem na região Euro-Árabe, independentemente da idade ou nacionalidade; São elegíveis candidatos que exerçam actividade como artistas, criadores, professores, agentes culturais, administradores ou gestores de projecto.

São elegíveis candidatos que não disponham de recursos próprios para financiar o seu projecto.

 

As candidaturas devem ser apresentadas individualmente, via e-mail, para o endereço: grant@cimettafund.org. No máximo, apenas três membros de um mesmo grupo poderão beneficiar de uma subvenção relativa ao mesmo projecto. Um bolseiro só poderá recandidatar-se duas vezes. Os candidatos devem optar pela via de transporte mais económica, e apenas podem candidatar-se a um bilhete internacional de ida-e-volta, e, despesas de autorização de residência (transporte local não reembolsável).

 

O comité de selecção delibera a 1 de Dezembro de 2011 (data limite para recepção de candidaturas: 30/09/2011)

Os interessados devem visitar o sítio www.cimettafund.org e preencher o formulário de contacto. Ser-lhe-á devolvido o formulário de candidatura RCF/Guimarães2012.

Para mais informações sobre Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura consulte o sítio www.guimaraes2012.pt.

 

 



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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011

 

"Me gustan los estudiantes"

por Cergio Prudencio

 

Me gustan los estudiantes, pero los chilenos, aclaro. Son aves que no se asustan de animal ni policía, decía de ellos Violeta Parra, una de las proscritas del pinochetismo que recién empieza a resquebrajarse, tras casi cuarenta años de hegemonía estructural (y que me perdone la Concertación). Reconforta la lucidez y la elocuencia de estos muchachitos a la hora de argumentar, movilizados desde el sentido común recuperado al fin. Chile se mueve. Era hora.

 

Y no le asustan las balas ni el ladrar de la jauría, sigue cantando Violeta, porque los estudiantes fueron históricamente el fermento de las ideas nuevas y transformadoras en un país duramente dialéctico en su dinámica política. No se explica Allende, sin ellos; fueron su sustento hasta en las últimas horas, pero tampoco se explica Pinochet, por antagonismo y paradoja. El aniquilamiento de la fuerza estudiantil lo perpetuó hasta ahora mismo en la urdimbre del poder, y para ello hizo de la educación un orden sin ápice de cabida al cuestionamiento. Señores, subordinación y constancia, habría dicho.

 

Pero esas estructuras son ya insostenibles, me gustan los estudiantes que marchan sobre las ruinas. Y me emociona la convicción adolescente reclamando para sí una educación de calidad y para todos. Piden eso, nada más, nada menos, sin claudicar ante anuncios rimbombantes, porque levantan el pecho cuando les dicen harina, sabiéndose que es afrecho. ¡Violeta vive, caray!

Cuando se encumbró Piñera le pregunté a una entrañable amiga chilena, ¿por qué Chile vota como vota? Ella me emplazó, primero dime tú cómo vota Chile; y el diálogo murió ahí. Así votó Chile, contra sí mismo, le diría hoy. Era totalmente previsible que – una vez en funciones – el actual presidente de ese país actuara en consecuencia con su perfil previo, el de un empresario que entiende a su país como empresa y a sus ciudadanos como mercado. Algo de eso aprendimos los bolivianos en nuestro momento, voto de por medio, también, hay que reconocer; y nadie aprende con la experiencia del otro, claro.

 

No obstante, asombra la determinación de estos retoños. Parece un milagro que hayan revertido las amarras con que crecieron; las del ensimismamiento tecnológico, las del acecho alcohólico y narcótico, las de la incomunicación, las de la ignorancia de la propia historia, y tantas formas de las que se vale don sistema para neutralizar desde el vientre cualquier intención transformadora. Que vivan los estudiantes que rugen como los vientos cuando les meten al oído sotanas o regimientos, pajarillos libertarios igual que los elementos.

 

Se me pone violeta el corazón con este movimiento, porque mi propia adolescencia se nutrió mucho de Chile, en verdad. No me explico a mí sin la Violeta, sin Neruda, sin la Cantata Santa María, sin Víctor Jara, sin la Harnecker, sin el voto por el socialismo, aunque no pueda dejar por fuera de la lista la tragedia del 11 de septiembre del 73, que se aferra aún al calendario. Caramba y zamba la cosa.

 

 

Texto publicado no Diário Nacional da Bolívia. Cergio Prudencio é músico, compositor e director da Orquestra Experimental de Instrumentos Nativos, sediada em La Paz. Foi um dos investigadores internacionais que participaram em Maio último no 5.º Workshop de Investigação do PRÓXIMO FUTURO, dedicado ao "Estado das Artes em África e na América do Sul".

 



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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2011

 

 

Destaque para o mais recente sucesso de TABOU COMBO, uma das bandas mais famosas das Caraíbas, intitulado L'argent ne fait pas le bonheur. Álbum "Konpa to the world", para ouvir na playlist do mês da Radio Africa 1, por aqui.

 

 



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Quarta-feira, 8 de Junho de 2011

 

 

No início de Julho, e numa programação Filho Único inserida no PRÓXIMO FUTURO (cuja programação-geral é da responsabilidade de António Pinto Ribeiro), teremos o concerto de Nozinja, Tshetsha Boys e DJ Spoko, que foram a revelação (a olhos ocidentais como os nossos) mais bombástica e fascinante da música de dança electrónica ao longo do último ano. A compilação ‘Shangaan Electro’ lançada pela editora britânica Honest Jons correu mundo e, tanto a nível de público como a nível de imprensa especializada, só colheu rasgados elogios.

 

Uma das coisas que adorámos em 2010 foi a compilação que a excelente Honest Jons editou de música de dança contemporânea a ser produzida hoje na África do Sul. 'Shangaan Electro New Wave Dance Music from South Africa' foi a música mais brava, surpreendente, original e fresca que ouvimos em imenso tempo. Velocidade absolutamente diabólica, electrónica de vanguarda folk, feita com enorme gosto e cor, a desenhar possibilidades de festas subsarianas futuristas e fruta fluorescente. Foi, então, facílimo dizer que sim quando nos propuseram fazer com que Lisboa estivesse no itinerário da primeira apresentação europeia destes artistas. Em palco será a total loucura, com o rei Nozinja, os Tshetsha Boys, vários dos melhores dançarinos Shangaan, e o produtor de kwaito/house DJ Spoko (que co-produziu a obra-prima "Township Funk" com o camarada DJ Mujava). Fim de tarde de domingo no Anfiteatro ao Ar Livre da Fundação Calouste Gulbenkian com promessa de eternidade.

 



Nozinja “Nwa Gezani My Love”  
Tshetsha Boys “Nwa Pfundla” 
Nozinja em entrevista 

DJ Spoko e Mogwanti
+

Tour na Europa

 

Concerto: Shangaan Electro - Nozinja + Tshetsha Boys + DJ Spoko
Local: Anfiteatro ao Ar Livre da Fundação Calouste Gulbenkian
Data: 3 de Julho
Horário: 19h00
Entrada: 10 Euros



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Terça-feira, 7 de Junho de 2011

 

 

Retomando os nossos lembretes sobre a programação imperdível que se avizinha, não podiamos deixar de destacar um dos concertos mais promissores do Próximo Futuro: BALOJI (Congo/Bélgica), no próximo dia 26 de Junho (domingo), às 19h, no Anfiteatro ao Ar Livre do Jardim Gulbenkian. 

 

Europa e África compõem a personalidade de Baloji, músico congolês a viver em Bruxelas. Esta bipolaridade geográfica transparece claramente no seu projecto artístico, cruzando o hip-hop fluido com uma soul inflamada ou o high life, sempre tocado pelo omnipresente voodoo subsariano. Baloji representa fielmente uma África pós-exótica, assimilando sem complexos o ‘vaivém’ intercontinental de influências e informação e mostrando-se, principalmente, muito consciente das questões colocadas pelo debate pós-colonial. É membro de uma orgulhosa linhagem de músicos africanos que se caracterizam por uma sólida consciência política, quase cínica, mas não desprovida de esperança. No entanto, numa actuação sua jamais se perde um forte sentido de festa e diversão.

 

Será um concerto único e o bilhete custa 10 Euros (pode adquiri-lo on-line aqui)!

 

Para quem quiser começar a navegar ao som de Baloji, sugerimos que comece por aqui, e depois se aventure por aqui, dando um saltinho também aqui.



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Terça-feira, 31 de Maio de 2011

AQUARIUM MATERIALIS (Pangeia Instrumentos), fotografados por MJ 

 

Porque não queremos que perca mais um concerto único, relembramos que já pode adquirir o seu bilhete on-line para assistir ao AQUARIUM MATERIALIS, com Victor Gama e Pedro Carneiro (Angola-Portugal)!

 

Victor Gama tem construído o seu trabalho em torno de rituais entre tecnologia e Natureza. Não é necessário conhecer bem a fundo a sua biografia para se perceber que as suas raízes estão no continente negro. Victor Gama utiliza a sua música e os seus magníficos instrumentos – criados por si e que sobrevivem gloriosamente como singularíssimas obras de arte – como veículos criativos e tradutores desse mundo, dando origem a uma música que, embora singular, não deixa de ser também universal. Os fantásticos instrumentos que Pedro Carneiro e Victor Gama apresentam no Jardim da Gulbenkian são peças que se ancoram ao solo, sobrevoam o espaço e usam o espelho de água do lago como superfície interlocutora. É uma mediação perfeita entre os instrumentistas e a fauna e flora. Separada em duas partes, a peça divide-se entre opostos, reflectindo, mais uma vez, a dicotomia da natureza: uma parte diurna, repleta de vida, cheia de cores e de luz, vibrando intensamente; e uma parte nocturna, em que o mistério impõe que nos percamos em fantasias, deixando que o imaginário e as palavras tomem conta da nossa percepção.

 

 

Este concerto é composto por duas partes que terão lugar no JARDIM da Gulbenkian, no próximo dia 19 de Junho (Domingo), às 19h (parte 1) e às 22h (parte 2).

 

Para saber mais sobre Pedro Carneiro, Victor Gama e Aquarium Materialis/Pangeia Instrumentos, basta clicar aqui, aqui e também aqui.



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Segunda-feira, 30 de Maio de 2011

 

Nicolas Jaar, filho do prestigiado artista chileno Alfredo Jaar (que na sexta-feira passada inaugurou em Lisboa "Cem vezes Nguyen"), continua a fazer furor na cena 'electrónico-intelectual'. Mais Nicolas Jaar para ouvir por aqui para os que não puderem ouvi-lo ao vivo no dia 2 de Junho em Lisboa (no Lux), ou a 14-16 de Julho na Praia do Meco (Festival Super Bock Super Rock)



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sobre
Próximo Futuro é um programa Gulbenkian de Cultura Contemporânea dedicado em particular, mas não exclusivamente, à investigação e criação na Europa, na América Latina e Caraíbas e em África.
Orquestra Estado do Mundo
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