Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012

Wael Ghonim

 

 

How an Egyptian Revolution Began on Facebook

 

In the embryonic, ever evolving era of social media — when milestones come by the day, if not by the second — June 8, 2010, has secured a rightful place in history. That was the day Wael Ghonim, a 29-year-old Google marketing executive, was browsing Facebook in his home in Dubai and found a startling image: a photo­graph of a bloodied and disfigured face, its jaw broken, a young life taken away. That life, he soon learned, had belonged to Khaled Mohamed Said, a 28-year-old from Alexandria who had been beaten to death by the Egyptian police.

 

 

 

Para ler o artigo completo no The New York Times, clicar aqui.



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On the Move.

Website sobre a mobilidade dos artistas: trabalhos, formação, informações. A consultar periodicamente. Recomenda-se



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Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2012

 

 

 

Kleber Gomes was 10 when he penned his first song about São Paulo. The year: 1985. The 1985 track: a punk rock tune about his home on its gritty southside.

One of five brothers and sisters born to migrants from north-east Brazil, the budding composers knew more than most about issues plaguing megacities – entrenched poverty, police violence, social discrimination.

Few, however, could have predicted how far such compositions would take Gomes. Today, the 36-year-old is one of Brazil's most critically acclaimed artists, a rapper, composer and urban poet, known by his stage name Criolo.

Since his album Nó na Orelha was released last April to rave reviews, an avalanche of awards has transformed a once-struggling ghetto MC into a modern-day bard for the megacity: Criolo recently played his first gig in New York and will tour Europe and the US later this year.

 

 

 

Para ler o artigo completo no Guardian, clicar aqui.



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Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012

 

 

Thandi Sibisi, a daughter of farmers in the Zulu heartland, remembers arriving in the big city for the first time. "The bus dropped me in Gandhi Square in Johannesburg," she recalled. "I was 17 and had never even seen a double-storey building in my life. I looked around and it was like, 'I'm going to own this city'."

Eight years later, she has not yet quite conquered it all. But on Thursday she became the first black woman to open a major art gallery – named Sibisi, naturally enough, for someone so ambitious – in South Africa.

It is a sign, she believes, that anything is possible for the country's "born free" generation. "All I have to do is look at myself and my background," she said. "Growing up, I would never have thought I'd be exposed to so many opportunities. South Africa is free.

"I go all over the world and people are closed up and they can't express themselves. South Africa allows you to be you and to be whatever it is you want to be."

The country's visual arts scene, dominated by the white minority during racial apartheid, has not transformed as quickly as some would like.Gallery Momo, the first 100% black-owned gallery, opened in Johannesburg in 2003, while the national gallery in Cape Town has anon-white director for the first time in its 140-year history.

 

 

 

Para ler o artigo completo no Guardian, clicar aqui.



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La galería Isabel Aninat, de Santiago de Chile, era una parada obligada el jueves para los visitantes de Arco. La propia artista Valuspa Jarpa (Rancagua, Chile, en 1971), hablaba con unos y otros de su instalación,Minimal secret (a la venta por 75.000 euros). Lo que parece ser un bello cortinaje elaborado con planchas de impresión es en realidad un bosque colgante de secretos. Un gran enigma esculpido con textos procedentes de los documentos desclasificados por la CIA sobre el golpe de Estado contra el presidente chileno Salvador Allende.

Esta pieza de Jarpa es una de las más destacadas de las llegadas a la feria madrileña desde los distintos polos del imán de la vibrante escena latinoamericana. Se reparten entre los pabellones 10 y 8 de Arco. Pero sobre todo llaman poderosamente la atención de los paseantes del espacio Solo Projets Latinoamérica. Un solo artista, una obra y una galería. Y todas, 23 en total, latinoamericanas. Juntas resultan una de las propuestas más deslumbrantes de la actual edición de Arco. Comprometidos y rompedores, estos creadores no parecen haber sido uniformados por la globalización.

 

 

 

Para ler o artigo completo no El País, clicar aqui.



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Un conflit vieux comme l’indépendance.

 

Confronté au mécontentement populaire, le président ougandais Yoweri Museveni adopte la manière forte : répression policière, surveillance des médias, intimidation des opposants. En effet, l’augmentation du coût de la vie et les scandales de corruption fragilisent le régime, en place depuis vingt-cinq ans. La crise ravive aussi les tensions avec les monarchies traditionnelles, notamment le royaume du Buganda, qui revendique des droits sur les terres.

 

« Les terres qui nous appartenaient prennent de plus en plus de valeur. Nous aimerions les récupérer afin de pouvoir nous-mêmes les vendre ou les louer, mais le gouvernement ne veut rien savoir : il agit comme s’il était Dieu », dénonce M. Charles Peter Mayiga, porte-parole du Buganda, le plus important des royaumes traditionnels que compte l’Ouganda. Ils seraient six millions de Bagandas, disséminés entre les rives du lac Victoria, Kampala, la capitale, et le centre d’un pays de trente-deux millions d’habitants (voir la carte). Ces populations « ont l’impression que leurs territoires sont inexorablement accaparés par d’autres, explique l’historien Phares Mutibwa, ce qui suscite un profond ressentiment. La tension monte (...). Les expulseurs d’aujourd’hui pourraient bien être les expulsés de demain».

 

 

 

Para ler o artigo completo no Le Monde Diplomatique, clicar aqui.



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Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012

 

 

Para celebrar os 90 anos da Semana de Arte Moderna de 1922, o Museu Afro Brasil, em São Paulo, abrirá nesta quinta-feira (16), às 19h, uma exposição cenográfica sobre o escritor Mário de Andrade, um dos líderes do modernismo brasileiro, ao lado de Oswald de Andrade. Com o título inspirado em "Macunaíma" (''Mário - Eu Sou um Tupi Tangendo um Alaúde"), ela trará pinturas, objetos, imagens e poemas. O curador e escultor Emanoel Araújo pretende destacar a "mulatice" do intelectual paulistano.

- É o Mário total. Sou fascinado pela mulatice de Mário de Andrade. Ele encarna essa genialidade mulata. Ele fala da racialidade mulata que deu Domingos Caldas Barbosa, Aleijadinho e todos os outros. Mário entra pela África através da religiosidade, dos ex-votos. E faz aquele lindo livro sobre Jesuíno do Monte Carmelo, de São Paulo. A ideia da exposição é muito mais sobre Mário do que pela Semana de Arte Moderna - explica Araújo.

 

 

 

Para ler o artigo completo no Terra Magazine, clicar aqui.



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Na Bahia, o povoado com a maior taxa de exemplares por habitante do Brasil

 

O povoado de São José do Paiaiá, no sertão baiano, tem 500 moradores, igreja, escola, praça e duas ruas. “Na de cima, mora a elite; na de baixo, a classe trabalhadora”, descreveu o historiador Geraldo Moreira Prado, 71 anos, o filho mais ilustre e ilustrado da terra. De cada dez habitantes de Paiaiá, três são analfabetos. Metade da população vive na pobreza, com renda de pouco mais de 200 reais por família a cada mês. Quatro famílias formam a elite local.

Numa região de casas geminadas, ruas de pedra e terra, poucos empregos e quase nenhum saneamento, a soberba taxa de 200 livros por habitante – a média nacional não chega a cinco – é a obra local mais frondosa, graças à Biblioteca Comunitária Maria das Neves Prado. Está sediada em um rudemente majestoso prédio de três andares, o único daquela área da caatinga. Já foi apelidado de “Empire State of Paiaiá”, reunindo os quase 100 mil livros, segundo a contagem oficial, da autodeclarada “maior biblioteca rural do mundo”.

 

 

 

Para ler o artigo completo na Piauí, clicar aqui.



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Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012

 

Marília Gabriela entrevista Laerte Coutinho.

 

 

 

 

 

 

Laerte Coutinho (1951), é um dos principais cartonistas do Brasil. Participou em diversas publicações, como a Balão e O Pasquim. Colaborou nas revistas Veja e Istoé e nos jornais Folha de São Paulo e Estado de São Paulo. Criou diversos personagens, como os Piratas do Tietê e Overman. Em conjunto com Angeli e Glauco (e mais tarde Adão Iturrusgarai) desenhou Los Três Amigos. Publica os seus desenhos na internet no blogue Manual do Minotauro.

 

 



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The Arab spring has focused western attention on the Arab world in an unprecedented way. While events in Bahrain, Libya and Syria have turned progressively more violent, there was a period last year when Arab youth inspired onlookers with their courage and thoroughly modern attitudes. However, for a region of more than 300 million people, and with a rich tradition of folklore and storytelling, the Arab world has been historically underserved by its cinema. Egypt can boast of a proud film-making industry that dates back more than a century but, beyond that, the picture has often been less encouraging.

When I began my career as a film producer in Tunisia in the 1970s, there was nothing remotely resembling an Arab film industry. Potential financiers, particularly those in the petro-dollar fuelled economies of the Gulf, were more focused on infrastructure and defence investments than culture. The region was also woefully lacking in cinemas and, while the Arab world was officially bound by the same language, in reality the 22 countries all had dialects and local customs that frequently remained specific to their own borders. The result was the absence of a genuine pan-Arab market for Arab cinema, with only a handful of film-makers, such as Egypt's Youssef Chahine, receiving international recognition.

 

 

 

Para ler o artigo completo no Guardian, clicar aqui.



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Próximo Futuro é um programa Gulbenkian de Cultura Contemporânea dedicado em particular, mas não exclusivamente, à investigação e criação na Europa, na América Latina e Caraíbas e em África.
Orquestra Estado do Mundo
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