Terça-feira, 24 de Abril de 2012

 

 

 

In the first of a new series celebrating the World Shakespeare festival in collaboration with the RSC, director Renato Rocha explains why there's no one like the Bard when it comes to analysing Brazilian politics.

 

In Brazil we grew up hearing wise phrases: "Love is blind", and "There are more things in heaven and earth ..." A little older, in school, one of the first names we heard was Shakespeare – the English bard, one of the great geniuses of world literature, maybe the greatest. Suddenly we realised that many of the wise phrases we know were in fact Shakespeare's.

 

I started working in theatre at the age of 13 with a group of young artists who wanted to change the world. We used to do theatre in open spaces. There were 30 artists, including actors, musicians, and dancers; sometimes horses too … We performed classics including A Midsummer Night's Dream and Romeo & Juliet. Nick Bottom was my first Shakespeare character. I became obsessed with the idea of performing this great writer and his enchanting stories.

 

 

 

Continuar a ler no The Guardian.


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Quinta-feira, 5 de Abril de 2012

 

 

 

Cut up de textes classiques et contemporains, la dernière création de Krzysztof Warlikowski réunit l’Afrique et Shakespeare pour dénoncer une humanité où les femmes font toujours figure de victimes expiatoires.

 

Salon d’apparat ouvert à tous les vents dans le palais abandonné d’un despote déchu, parquet de bal où une révolution peut se jouer à pile ou face lors d’une soirée de gala, le plateau sur lequel s’inscrit le théâtre du metteur en scène polonais Krzysztof Warlikowski rend compte des soubresauts de l’histoire en écho des bouleversements du monde contemporain. D’un lounge bar aux allures de club anglais à une chambre d’hôpital, d’un étal de boucher à une salle de billard et un gymnase, cet espace caméléon donne le change en toutes circonstances sans jamais se revendiquer du réalisme.

 

 

 

 

Continuar a ler na Les Inrockuptibles.



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Quinta-feira, 29 de Março de 2012

 

 

 

O Festival de Curitiba abre nesta terça-feira, 27, sua 21.ª edição. Mais importante evento do gênero no País, a mostra chega à maturidade sem desviar-se do caminho que a caracterizou ao longo das últimas décadas. E parece zelar, sobretudo, por certa constância nos nomes convocados a compor sua grade.

 

Como ocorre tradicionalmente, a curadoria abriu amplo espaço para produções de apelo popular do eixo Rio e São Paulo. Algum respiro foi alcançado com brechas para bons exemplares do teatro de vanguarda e pesquisa. Mas chama atenção a frequência com a qual alguns diretores e companhias frequentam o festival. Presentes na edição deste ano, eles são velhos conhecidos do público paranaense.

 

 

 

Continuar a ler no Estado de São Paulo.

 

 

Festival de Teatro de Curitiba.



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Quinta-feira, 22 de Março de 2012

 

 

 

No dia em que quatro mulheres negras brasileiras – lindas, talentosas, inteligentes e corajosas – decidiram lutar pela sua identidade cultural (a de ser negro), uma nova esperança em relação ao respeito pelos valores da igualdade, fraternidade e solidariedade entre os Homens foi relançada na sociedade. No entanto, enquanto as desigualdades que caracterizam as nossas sociedades não reduzirem, é urgente lançar no solo a semente da igualdade sem ansiar os frutos. O Homem perverteu o mundo...

Ao desencadear um enorme movimento cultural votado à consciencialização social do negro em relação às suas origens, a sua cultura e tradição, no Brasil, Adriana Paixão, Priscila Preta, Débora Marçal e Flávia Rosa ? as quatro mulheres que há cerca de cinco anos fundaram a Capulanas ? Companhia de Arte Negra – não devem passar despercebidas em nenhum lugar.

As causas que norteiam as suas acções e discursos políticos, no contexto sociocultural, são nobres. Elas sublimam o ser negro. E não o fazem por mero acaso, senão leiamos:“A nossa sociedade foi construída sob os alicerces da escravidão. Tomando como base esse princípio, toda a nossa construção social foi sendo erguida em cima de um pensamento racista”, conta Priscila Preta quando interrogada sobre as razões que fazem com que a comunidade negra, no Brasil, sempre aparece como sendo aquela que luta constantemente pelos seus direitos.

 

 

 

Conitnuar a ler em A Verdade Online.

 

Capulanas - Companhia de Arte Negra



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Quarta-feira, 21 de Março de 2012

 

 

 

Cymbeline to be performed in Juba Arabic as part of Globe to Globe strand of World Shakespeare festival.

 

Their country is less than nine months old and still coping with the aftermath of decades of war, widespread poverty and an education system badly in need of repair, with around 80% of the population illiterate. But a theatre company from South Sudan wants to show a different side of the country when it participates in the World Shakespeare festival at the Globe theatre in London.

Led by the directors Joseph Abuk Dori and Derik Uya Alfred Ngbangu, the South Sudan Theatre Company will perform Cymbeline, whose themes of conflict, resolution and co-existence with a previously hostile power chime with the country's recent history. The two men visited the Globe this week in preparation for their production, which will be staged at the theatre in May.

 

 

 

Continuar a ler no The Guardian.


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Quarta-feira, 14 de Março de 2012

 

 

 

C’est un événement. Les acteurs du Théâtre National Palestinien sont en France, en tournée jusqu’à fin mai avec une Antigone éblouissante, mise en scène par Adel Hakim, co-directeur du Théâtre des Quartiers d’Ivry où la pièce est donnée jusqu’au 31 mars.

Créée à Jérusalem-Est en mai 2011, elle sort des frontières de la ville occupée, transportant avec elle le poids et la géographie du conflit israélo-palestinien — et l’on est frappé par la résonance de la tragédie palestinienne contemporaine avec le texte de Sophocle, qui date de près de deux mille cinq cents ans. Pas d’identification avec des situations historiques, des lieux ou des personnages, mais une mise en abîme autour de la notion d’injustice et une méditation philosophique sur la rébellion et le sens du sacré.

 

 

 

Continuar a ler no Le Monde Diplomatique.

 

Théâtre des Quartiers d’Ivry, 5 a 31 de Março 2012.



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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011

 

A nossa homenagem a Raúl Ruiz (em primeiro plano na foto) falecido no passado dia 19 de Agosto. A reposição de um post do blog PF a propósito da sua última e única encenação de teatro.

 

Amledi, el tonto, escrita e dirigida por Raúl Ruiz, é o seu último trabalho, e a sua estreia na encenação e direcção teatral. Não é parecido com nada; é um objecto de uma estranheza radical: mistura de fábula de animais combinada com história das religiões, história da convivência entre Mapuchos e Vikings (há provas arqueológicas da presença de Vikings no território que hoje é o Chile). Um espectáculo sincrético, anacrónico, que surpreende em cada momento que passa: imprevisível durante as três horas de duração num cenário que evoca o grande teatro de texto do princípio do século passado ou as grandes narrativas hollywodescas sobre Roma, Grecia, Cleópatra... um texto de uma sabedoria antiga. Fenomenal, como diriam os Chilenos!

 

 



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Quinta-feira, 28 de Julho de 2011

Mário Fernandes, Mónica Calle e René Vidal (fotografia: Bruno Simão)

 

 

O reverso do mundo dos media e das actualidades, o reverso das novelas, das notícias, da gestão cultural, da mediação cultural, dos ministérios, dos cursos de escrita criativa, das vernissages, da troika, dos teatros nacionais, dos patrocínios, dos actores de novela, dos  festivais multimédia, dos simpósios sobre racismo, alimentação natural, das fotos espectaculares, dos talkshows, dos anúncios dos economistas, o reverso do mundo agora. É sobre ele que Mónica Calle, uma das grandes encenadoras europeias de hoje, trabalha há anos: permanentemente, obsessiva e inteligentemente, decidida, crua, uns dias sem esperança, outros cheios dela. É assim há vinte anos. Agora pode ser visto na casa conveniente “A Missão”, esse texto sobre a revolução, o seu falhanço, a ressaca, a necessidade (a ordem dos factores aqui é arbitrária) de H. Müller. Céptica ou magoada ou cheia de amor a encenadora faz essa coisa brilhante que é pegar no reportório e aniquilá-lo para não o deixar morrer e “A Missão” é de uma actualidade que parece ter sido escrita hoje ou em 1979. Vemo-nos ao espelho, hoje! Com actores sólidos e com corpos que dançam fulgurantes a revolução.

 

António Pinto Ribeiro

 

 

Um espectáculo de Mónica Calle a partir de “A Missão” de Heiner Müller

Com Mário Fernandes, Mónica Calle e René Vidal

De 21 a 31 de Julho de 2011

(todos os dias, em sessões duplas: 1ª sessão: 20h / 2ª sessão: 22h)

 

 

 



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Domingo, 3 de Julho de 2011

 

 

Hoje é o último dia da programação de espectáculos do PRÓXIMO FUTURO neste Verão de 2011: há um concerto único em Portugal dos Tshetsha Boys, Nozinja e DJ Spoko ("SHANGAAN ELECTRO") e a última oportunidade para assistir à avassaladora peça chilena "Villa+Discurso", de Guillermo Calderón, com as extraordinárias actrizes Carla Romero, Francisca Lewin e Macarena Zamudio (Compañia Playa).

 

Entretanto, continuam as intervenções dos artistas no Jardim da Gulbenkian e a exposição "Fronteiras"(8.os Encontros Fotográficos de Bamako) no edifício-sede da Fundação. Encontra o calendário completo das actividades PRÓXIMO FUTURO aqui, com novidades, demais informações e contactos.

 

HOJE, 3 de Julho (sábado)

 

19h00 Anfiteatro ao Ar Livre MÚSICA / Cada bilhete: 10 Eur

SHANGAAN ELECTRO (África do Sul), com NozinjaTshetsha Boys e DJ Spoko

 

“Shangaan Electro: New Wave Dance Music from South Africa” (Honest Jon's) foi um dos discos mais importantes de 2010, compilando alguns dos maiores êxitos shangaan. O shangaan provém da cidade de Malamulele, na província de Limpopo (região mais setentrional da África do Sul, na fronteira com o Botswana, o Zimbabwe e Moçambique) e caracteriza-se pela velocidade dos beats, conduzindo a uma dança que tem tanto de eléctrica como de divertida. O shangaan posiciona-se na intersecção da tradição e de uma África da tecnologia digital caseira, que pode ser encontrada na produção cinematográfica de Nollywood, na Luanda do kuduro ou na África das transferências de dinheiro via telemóvel. 

 

22h00 Sala Polivalente do CAM TEATRO / Cada bilhete: 15 Eur

Villa+Discurso (Chile), de Guillermo Calderón, com Compañia Playa

 

O tema da primeira parte – “Villa” – é aparentemente simples: que fazer àquela casa que tem esse passado tão histórico e é uma memória a preservar da luta clandestina e da tortura? Três actrizes discutem frente a uma mesa sobre a qual está uma maqueta da Villa Grimaldi. A partir deste dispositivo realista, aparentemente simples, até banal num campo mediático, Calderón constrói uma das mais fortes, sólidas, profundas dramaturgias sobre a criação humana das artes, a validade da arte contemporânea, o debate democrático, os conflitos ideológicos, o papel da museografia. E em nenhuma situação há qualquer sinal da introdução ideológica possível do autor.

 

E chega a segunda parte – “Discurso” –, que decorre na mesma sala e com as mesmas actrizes. É uma  ficção da despedida da Presidente Michelle Bachelet quando deixou o Palácio presidencial. Começa «Hoje não vos vou falar com palavras dóceis e esperadas…». E segue-se um manifesto do exercício do poder do ponto de vista de alguém que se assume como mulher, pediatra, optimista e socialista. E é fascinante como Calderón pega numa matéria tão arriscada, numa personagem que é considerada como a melhor presidente da história do Chile e interroga o que é o poder.



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Sexta-feira, 1 de Julho de 2011

As actrizes de 'Villa+Discurso': Carla Romero, Francisca Lewin e Macarena Zamudio

 

 

ESTREIA ABSOLUTA em Portugal, hoje mesmo (às 19h00) na Gulbenkian, da mais recente peça da Companhia Playa (Chile), composta por duas partes e com encenação e dramaturgia de Guillermo Calderón (autor da inesquecível "Neva", que no ano passado esteve no Próximo Futuro): "VILLA + DISCURSO". E já pode adquirir os seus bilhetes via on-line, antes que esgotem!

 

O tema da primeira parte – “Villa” – é aparentemente simples: que fazer àquela casa que tem esse passado tão histórico e é uma memória a preservar da luta clandestina e da tortura? Três actrizes discutem frente a uma mesa sobre a qual está uma maqueta da Villa Grimaldi. A partir deste dispositivo realista, aparentemente simples, até banal num campo mediático, Calderón constrói uma das mais fortes, sólidas, profundas dramaturgias sobre a criação humana das artes, a validade da arte contemporânea, o debate democrático, os conflitos ideológicos, o papel da museografia. E em nenhuma situação há qualquer sinal da introdução ideológica possível do autor.

 

E chega a segunda parte – “Discurso” –, que decorre na mesma sala e com as mesmas actrizes. É uma  ficção da despedida da Presidente Michelle Bachelet quando deixou o Palácio presidencial. Começa «Hoje não vos vou falar com palavras dóceis e esperadas…». E segue-se um manifesto do exercício do poder do ponto de vista de alguém que se assume como mulher, pediatra, optimista e socialista. E é fascinante como Calderón pega numa matéria tão arriscada, numa personagem que é considerada como a melhor presidente da história do Chile e interroga o que é o poder.

 

A programação do PRÓXIMO FUTURO continua ainda hoje, mas às 22h00, com a exibição do filme "Africa United" (Reino Unido/Ruanda/África do Sul), da realizadora sul-africana Debs Gardner-Paterson, no écrãn gigante do Anfiteatro ao Ar Livre. Os bilhetes, a 3 Eur cada, também podem ser adquiridos via on-line.

 

A extraordinária história de três miúdos (aos quais se juntam outros dois) que viajam 5 mil quilómetros para assistir ao Campeonato do Mundo de Futebol na África do Sul. Jogando com a ingenuidade como capacidade de sedução, com respostas rápidas e tendo como principal utensílio de viagem o calendário de  jogos da Taça do Mundo, os nossos ’pequenitos‘ protagonistas vão atravessar as infinitas terras africanas em busca de um sonho improvável. À medida que vão andando, constituem uma tribo – um grupo de indigentes – de personalidade brilhante e destruidora, que os ajuda a negociar um caminho através de uma série de situações gloriosas, perigosas, hilariantes e até mesmo bizarras. Através destes miúdos, vamos encontrar uma África desconhecida, experienciando a dura realidade de um passeio épico através de sete países, assim como a alegria, o riso e a esperança – o ubuntu – que surge da realização em comum desta incrível jornada.

 

 

HOJE, 1 de Julho (sexta-feira) 

 

19h00 Sala Polivalente do CAM TEATRO / Cada bilhete: 15 Eur

Villa+Discurso (Chile, 2011, aprox. 110'), de Guillermo Calderón 

 

22h00 Anfiteatro ao Ar Livre CINEMA (última sessão da CINEMATECA PRÓXIMO FUTURO/Verão 2011) / Cada Bilhete: 3 Eur

Africa United (Reino Unido/Ruanda/África do Sul, 2010, 84'), de Debs Gardner-Paterson 

 

 

 

 

AMANHÃ, 2 de Julho (sábado)

 

21h30 Sala Polivalente do CAM TEATRO / Cada bilhete: 15 Eur

Villa+Discurso (Chile, 2011, aprox. 110'), de Guillermo Calderón 



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Próximo Futuro é um programa Gulbenkian de Cultura Contemporânea dedicado em particular, mas não exclusivamente, à investigação e criação na Europa, na América Latina e Caraíbas e em África.
Orquestra Estado do Mundo
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