Sexta-feira, 27 de Abril de 2012

 

 

 

 

L’IMA présente, du 27 mars au 15 juillet 2012, une grande exposition d’art moderne et contemporain sur le thème de la représentation du corps et du nu dans les arts visuels arabes. La représentation du corps dans les arts visuels arabes constitue une matière jusqu’ici ignorée, une sorte de terra incognita pour le moins inexplorée. On aurait ainsi pu s’attendre à ce que ces représentations n’existent pratiquement pas dans la peinture arabe ; or, à travers le corps, c’est tout un pan méconnu d’une riche iconographie qui vient à se découvrir.

 

C’est à cette quête et à cette découverte tout à la fois, que sera convié le public d’une exposition pleine de surprises, Le Corps Découvert. Cette exposition a pour ambition de rassembler, sur deux étages, une large sélection d’oeuvres et de médiums permettant d’aborder cette question de manière synchronique et diachronique à la fois.

 

De la même manière qu’il s’est pris naguère d’un intérêt soudain pour les artistes chinois ou les artistes indiens, le monde de l’art s’est récemment tourné vers les créateurs arabes. L’Institut du monde arabe, organisateur depuis vingt-cinq ans qu’il existe, de plus d’une centaine d’expositions d’artistes arabes ne peut, bien sûr, que se féliciter d’un engouement auquel il ne se sent certes pas étranger.

 

Avec Le Corps Découvert, l’IMA entend présenter à son public, une exposition qui, à travers ce thème ample, complexe et fondamental à la fois, embrasse tout un siècle de peinture arabe ou, plus exactement, de pratique des arts plastiques. Car lorsque l’on parle ici de peinture, on entend le mot dans l'acception européenne ou occidentale du mot, bien évidemment, c'est-à-dire, selon celle qui est désormais reçue sur la scène internationale, à présent mondialisée.

 

 

 

LE CORPS DÉCOUVERT, Institut du Monde Arabe

 

 

 

 

 

L’IMA prend la nudité à bras «le Corps»

 

 


On n’est pas absolument sûr que se foutre à poil soit le signe de la modernité universelle, ni que l’art doive prioritairement être «engagé contre le fondamentalisme» avec des paroles plutôt qu’en changeant la musique, mais on trouve quelques œuvres stimulantes à l’expo «le Corps découvert» à l’Institut du monde arabe, à Paris. Dont ce Ping-Pong de 2009 (photo), installation vidéo d’Adel Abidin, Irakien vivant en Finlande (pays qu’il représentait à la Biennale de Venise 2007). On y voit deux pongistes smashant au-dessus d’une femme nue, dont la peau cinglée par les balles se tavèle de façon hallucinante. A noter aussi, Ghada Amer et The Large Black Painting (2001), couture répétitive de femmes dont on distingue à peine la nudité, cuisses écartées.

 

 

 

Continuar a ler no Libération.



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Quinta-feira, 26 de Abril de 2012

 

 

 

 

Résister au présent ? Ça commence par un coup de feu. Un slogan dessiné d'impacts de balles au-dessus de l'entrée, qui affiche dans son langage criblé : "Pas un seul jeune artiste ne résisterait à 50 000 dollars." Le ton est donné. Cette oeuvre du collectif Tercerunquinto lance dans une pétarade l'exposition que le Musée d'art moderne de la Ville de Paris consacre à la dernière génération d'artistes mexicains, "Resisting the Present" (Mexico). Cette oeuvre inaugurale fait référence à une phrase d'Alvaro Obregon, qui dirigea le Mexique de 1920 à 1924, et dénonçait par ces mots la corruption des militaires pendant la révolution des années 1910 : "Nul général ne résisterait à 50 000 pesos."

 

 

 

 

Continuar a ler.

 

 

 

 

Marquée par l’évolution politique et économique hors norme du Mexique au cours de ces vingt dernières années, et par le développement de ses institutions culturelles (MUAC-Museo Universitario de Arte Contemporáneo, Museo Tamayo, Fondation Jumex, galeries, collectionneurs, lieux alternatifs…), la scène artistique mexicaine manifeste depuis plus de vingt ans un dynamisme à résonance internationale.

 

 

 

 

Continuar a ler no sítio do Musée d’Art moderne de la Ville de Paris.



publicado por Próximo Futuro às 15:00
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Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012

 

Dos de los grandes fotógrafos que participan en la exposición 'Foto/Gráfica' en París comentan sus fotolibros, rescatados del olvido por Horacio Fernández (na foto)

 

Si lo dice el poseedor de una de las mayores colecciones privadas de libros de fotografía, debe de ser cierto o aproximarse a la verdad: "El fotolibro latinoamericano es el secreto mejor guardado de la historia de la fotografía". Martin Parr dixit. Para comprobar la nula presencia de exageración en esa frase, se puede acudir a Le Bal, el centro especializado en fotografía documental inaugurado en 2010 en París, para ver la exposición Foto/Gráfica. Una nueva historia de los libros de fotografía latinoamericanos, el muestrario de tesoros icónicos comisariado por el español Horacio Fernández que fue inaugurado la pasada semana en París.

 

Se trata de la première mundial de una exposición itinerante surgida a partir del libro El fotolibro latinoamericano, editado por RM y presentado el otoño pasado en Madrid. El público español tendrá que esperar a la primavera –o desplazarse hasta el XVIII distrito parisiense– para admirar esta exposición, que Antonio Sanz ha asegurado para la galería Ivorypress (Madrid) y Lesley Martin para Aperture (Nueva York), y que pasará también por Brasil y Argentina.

 

Fernández, cuya fotobibliofilia severa impulsó un esfuerzo titánico de documentación apoyado en su red mundial de informantes y oteadores, hace esfuerzos evidentes por quedar en segundo plano, a pesar del hito que supone lograr que Europa descubra las joyas que alberga la América Latina.  "La cultura latinoamericana siempre se ha defendido a sí misma como cultura letrada, pero esta muestra confirma la riqueza de la cultura visual en el continente", afirma. "No existe en todo el mundo una relación entre literatura y fotografía tan apasionante".

 

Para ler o artigo completo, basta navegar até aqui.

 



publicado por Próximo Futuro às 09:00
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Segunda-feira, 31 de Outubro de 2011

ROBERTO HUARCAYA, "Alessandro. Chorrillos

(da série 'Recreación Pictórica', 2009-2011)".

 

 

EXPOSIÇÕES *  LISBOA - PARIS

 

É também no âmbito das actividades PRÓXIMO FUTURO de Novembro (produzidas em colaboração com o Programa Gulbenkian de Ajuda ao Desenvolvimento) que, paralelamente à realização da 1.ª apresentação do Observatório de África e da América Latina e à 3.ª parte do ciclo das grandes Lições, inauguram duas exposições de fotografia relacionadas com a "percepção e representação contemporâneas de África e da América Latina" (tema geral das conferências que serão apresentadas em Novembro).

 

Ligando as cidades de Lisboa e Paris através de parcerias entre a Fundação Calouste Gulbenkian, a Casa da América Latina (Lisboa) e o Théâtre de la Ville (Paris), estas iniciativas contam ainda com o apoio da ACEP, Câmara Municipal de Lisboa e Embaixada do Peru.

 

 

No dia 16 de Novembro, em Lisboa, precisamente na sequência das grandes Lições PRÓXIMO FUTURO (Aud. 2 da FCG), inaugura às 19h00, no Palácio Galveias, a exposição do fotógrafo peruano Roberto Huarcaya, intitulada "Subtil Violência".

 

Com a curadoria de António Pinto Ribeiro, a proposta de Huarcaya resulta de um projecto de investigação em torno das representações visuais alusivas à construção da comunidade histórica peruana, partindo de referências locais no sentido de expandir a sua leitura e as suas influências ao nível nacional, regional, continental e, finalmente, global. “Propostas que nos vão dando pistas, informação sobre diversas coordenadas temporais, espaciais e formais, sobre este lentíssimo processo de misturas, desenvolvimento e tensão, de mudanças constantes, que levam o país a transitar, de um modo disperso, para esse propósito de se constituir como nação” (Roberto Huarcaya).

 

 

No dia 18 de Novembro, em Paris, desta vez na sequência da apresentação das grandes Lições no Théâtre de la Ville, inaugura no mesmo espaço, às 19h00, a exposição do fotógrafo sul-africano Pieter Hugo, dedicada ao fenómeno "Nollywood".

 

Nollywood 

 

Na série de fotografias intitulada “Nollywood”, Pieter Hugo confronta o papel do fotógrafo no domínio onde interagem a ficção e a realidade. “Nollywood” é considerada a terceira maior indústria cinematográfica do mundo, lançando perto de 1000 filmes por ano para o mercado de home vídeo. Tal abundância é possível devido ao facto de os filmes serem realizados em condições que assustariam a maioria dos realizadores independentes ocidentais. Os filmes são produzidos e comercializados em apenas uma semana: equipamentos de baixo custo, guiões muito básicos, actores escolhidos no próprio dia da filmagem, locais de filmagem da ’vida real’.

Em África, os filmes de “Nollywood” são um raro exemplo de auto-representação nos meios de comunicação social. A rica tradição de narração de histórias do continente, comunicada de forma abundante através da ficção oral e escrita, é transmitida, pela primeira vez, através dos meios de comunicação social. As histórias na tela reflectem e apelam às vivências do público: os protagonistas são actores locais; os enredos confrontam o espectador com situações familiares de romance, comédia, bruxaria, corrupção, prostituição. A narrativa é exageradamente dramática, sem finais felizes, trágica. A estética é ruidosa, violenta, excessiva; nada se diz, tudo se grita.

Nas suas viagens pela África Ocidental, Hugo tem-se intrigado por este estilo distinto de construção de um mundo ficcional onde se entrelaçam elementos do quotidiano e do irreal. Ao pedir a uma equipa de actores e assistentes para recriar mitos e símbolos de “Nollywood” tal como se estivessem em sets de filmagem, Hugo iniciou a criação de uma realidade verosímil. A sua visão da interpretação do mundo pela indústria cinematográfica resulta numa galeria de imagens alucinatórias e inquietantes.

A série de fotografias retrata situações claramente surreais mas que podiam ser reais num set de filmagens; para além disso, estas estão enraizadas no imaginário simbólico local. Os limites entre documentário e ficção tornam-se bastante fluidos e somos deixados a pensar se as nossas percepções do mundo real são de facto verdadeiras.

 

Federica Angelucci

 

 

Mais informações no site do Próximo Futuro e/ou através do email proximofuturo@gulbenkian.pt

 



publicado por Próximo Futuro às 10:30
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Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011

 

 

Paris Photo will celebrate its 15th anniversary at the Grand Palais — a major step ahead for the renowned international event.

117 galleries from some 23 countries will present the best of 19th century, modern and contemporary photography in the heart of the French capital. To complete this panorama of worldwide photography, a selection of 18 publishers will have a dedicated space in the fair.

Paris Photo will celebrate African photography from Bamako to Cape Town, unveiling the creative wealth of historic and contemporary African artists.
These exciting developments put forward the new energy that Paris Photo is displaying by reinventing itself. Four programmes will articulate Paris Photo’s new identity: Institutions’ recent photography acquisitions, Private Collection from Artur Walther, Paris Photo conferences Platfotm, focus on the Photography Book and launching of the Paris Photo - Photo Book Prize.


Para saber mais, inclusive sobre os Encontros Fotográficos de Bamako em Paris, depois da sua recente passagem por Lisboa no Programa PRÓXIMO FUTURO, basta navegar até aqui.

 

 



publicado por Próximo Futuro às 09:00
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sobre
Próximo Futuro é um programa Gulbenkian de Cultura Contemporânea dedicado em particular, mas não exclusivamente, à investigação e criação na Europa, na América Latina e Caraíbas e em África.
Orquestra Estado do Mundo
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