Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011

 

(Co-Pilot Krishna meets the Host, Elliott)

 

SOUTH AFRICA - TAXI HIT SQUAD

 

If you are shaking your booty in South Africa, specifically Johannesburg, you are most likely listening to House music. And in South Africa, Kwaito is their street-styles, unique local flavor of music, with heavy House and African rhythms and local dialects. 

From when it first hit the streets in the early 90s, Kwaito was so intensely popular in South Africa (the world’s House music market) they organized an entire awards ceremony just for it. This new genre began in Pretoria, and then rapidly spread to Johannesburg and became known as sound of the post-apartheid--an uplifting celebration of boundaries breaking and a bright new chapter in South Africa’s long dark history. 

And because the new Kwaito artists couldn’t get any airplay on the local radio stations, they decided to take their music to the people by using the hundreds of township taxis to promote their music. Smart thinking given a recent Pretoria University study estimated that between five and 10 million South Africans use taxis every day.

Taxi stands or Kombis, are the main source of public transportation in South African townships, since many residents can’t afford to own cars. Taxi drivers played a pivotal role in breaking new Kwaito artists by playing and selling their CDs to their captive taxi audience.

 

 

Para continuar a ler e ouvir a música que acompanha a reportagem em vídeo, basta navegar para aqui.

 



publicado por Próximo Futuro às 09:00
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Terça-feira, 29 de Novembro de 2011

 

 

340ml e o álbum "Sorry for the Delay": música de Moçambicanos que trabalham e estudaram em Jo'burg, agora também na CNN...!

 

 

 

 



publicado por Próximo Futuro às 10:10
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Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011

 

 

Decorre até ao próximo dia 16 de Outubro o prazo de inscrição para participar no Workshop “Recicla a cidade, abordagem à sustentabilidade e a arquitectura”, organizado pela EUNIC South Africa, e cuja 4º Edição vai ter lugar em Johannesburg entre os dias 21 e 26 de Novembro do corrente ano.

 

O programa de 2011 será baseado num novo caso de estudo sobre um edifício de Hillbrow (Joanesburgo), em que, participantes de diferentes nacionalidades estudarão juntos as possibilidades de transformação e melhora de dito edifício no marco de um programa internacional de intercâmbio.

 

O centro da cidade de Johannesburg e em Hillbrow, possui história e uma complexa configuração. Está composta de um moderno património de grande edifícios de características de interesse arquitectónico. No passado estes edifícios eram residências de uma camada próspera da população, hoje estes edifícios são o abrigo de uma camada da população em dificuldades, sendo a maior parte imigrantes. 

 

O objectivo é de propor transformações para estes prédios, para que se convertam em casas decentes e ao alcance do maior número possível de pessoas. É o reciclar urbano, transformando as situações existentes e usando as mesmas como ponto de partida para qualquer projecto. Trabalhar num edifico ocupado é complicado, mas ao mesmo tempo é uma oportunidade, um desafio arquitectónico.

Baseado no princípio da precisão, uma investigação será efectuada das situações existentes, isto tornará possível a avaliação das acções a serem tomadas.

 

O trabalho resultante do workshop será exposto em Durban na conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas (COP 17).

 

Entre os convidados internacionais destacam nomes como:

- Iain Low / arquitecto / South Africa

- Carin Smuts / arquitecto / South Africa

- Frans Sebothoma / building management / South Africa

- Frédéric Druot / arquitecto / France          

- Françis Kere / arquitecto / Germany / Burkina Fasso

- Alex Ely / arquitecto / England

- Christophe Hutin / arquitecto / France

 

 

Mais informações no website da EUNIC e um atalho para o relatório do curador da última edição aqui.

 



publicado por Próximo Futuro às 09:49
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Sexta-feira, 7 de Outubro de 2011

 

(Versão brasileira de Marcos Bagno, 2011)

 

 

É a última obra de V.S. Naipaul, o Nobel da literatura nascido nas ilhas de Trinidad, e é um livro de viagens a seis países africanos. Começa pelo Uganda, onde o autor esteve uma primeira vez em 1966, e depois descreve em narrativas autónomas a Nigéria, o Gana, a Costa do Marfim, o Gabão e acaba em Joanesburgo.

As descrições dos países não têm continuidade de uns para outros, salvo situações muito pontuais, e isso introduz desde logo a ideia da diversidade dos países e a negação da África como um continente homogéneo. O livro que o acaso fez com que fosse lido numa recentíssima tradução brasileira tem muitas qualidades que decorrem naturalmente do talento do escritor mas sobretudo por este assumir um ponto de vista crítico sem nenhuma complacência ou relativismo cultural face aos países e situações que encontra e descreve. Os outros aspectos particularmente fascinantes decorrem do facto do autor, que conhece profundamente a história pré-colonial destes países, nos relatar com pormenores a genealogia de muitos destes reinos, costumes, tradições, línguas e, sem nunca assumir uma descrição neutral, nos dar uma visão a partir deste olhar “interior” sobre estas realidades.

De um modo ou de outro perpassa em todas as narrativas uma reflexão e um questionar subtil das consequências das independências nestes países e mesmo o fim do apartheid na África do Sul inquestionavelmente exaltado lhe merece várias perguntas sobre o legado negativo que o mesmo provocou na sociedade sul-africana de hoje: “Nas palavras do extraordinário escritor sul-africano Rian Malan (nascido em 1954) – buscando sempre sem retórica ou falsidade e, de modo quase religioso, uma explicação para o sofrimento racial do seu país –, os brancos construíram uma base lunar para a sua civilização; quando ela desmoronou, não havia nada ali para os negros ou brancos” (pág. 246). E mais adiante há um tabu que o interpela: “Mas um pouco como Fatima (nome de uma personagem) em busca de sua identidade, eu me senti encurralado na África do Sul, e vi que aqui raça era tudo e um pouco mais; que a raça mergulha tão fundo quanto a religião em outros lugares” (pág. 253).

Finalmente, seja no Uganda, na Nigéria ou na África do Sul, há páginas dedicadas aos ‘horrores’ que são as descrições de práticas de feitiçaria, bazares inteiros de pedaços de corpos de animais vendidos como amuletos de protecções ou ritos de sacrifício, que muitos africanos reclamam como práticas identitárias e que Naipaul não tolera e denuncia não admitindo a este propósito qualquer relativismo cultural.

 

António Pinto Ribeiro

 

 



publicado por Próximo Futuro às 09:00
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Terça-feira, 11 de Maio de 2010

Os artistas africanos emergentes na Feira de Arte de Joanesburgo, vistos pela CNN:

 

 

(sugestão do blog Ocupações Temporárias)



publicado por Próximo Futuro às 12:09
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Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010
                               

Like a net; Egoli collects the brightest stars of the dark constellation, coming to chip away at her gold and seeking her diamonds

Its beacon of light: the coke tower, now the vodacom tower with its prostitutes, and hustlers, Joburg proudly displays her disparities, even in the scenic Joubert Park with its whites only benches and likewise drinking fountains.

My mother told me stories of batoned police keeping the peace in the town centre. I remember riot police, enforcing the law, and keeping the pavements safe. Back then there were no street vendors from Ghana and Mozambique selling roots and herbs, or Chinese traders vending golden watches and sunglasses.

Like a magnet Jozi transfixes the country bumpkin, fresh off the train and teaches him to wield a knife, as he slips into the seat of his newly acquired German-crafted, four-wheeled status symbol. Oranges, pears, bananas, and avocados tumble to the ground as a father of four looses his pulse in the wake of Jakes and his crews´ scrambling feet-cuoshioned in the high stepping bright white All Star trainers; as red syrup seeps in to the concrete sidewalk.

Deeper and deeper below, the sound of the pneumatic drill comes to an abrupt halt as an army of sixteen blackened faces burrows further in search of a slight twinkle in the dark. Their black voices beat on the army of white ear drums above with their hands on their hips.

In the Newtown District, the new generation, the first generation, of black-diamonds* sips cocktails, and strokes silk-clad thighs, while signing million rand contracts in the full glory of the African sun. They... we, smile, and the African sky smiles back. After all we are the new precious article of this Southern Africa Capital. The new kings and queens driving capital and industry on the very streets where our grandparents drove wheel barrows. We spit instructions in English, Sotho, and Venda, while receiving concurrence in Afrikaans, Xhosa and the almighty Zulu.

On either end; Alexandra and the infamous Soweto townships buttress this powerhouse of African modernity. In these outskirts of Johannesburg the young and old continue the waiting game for fathers and mothers to return to these battlegrounds where dreams are dashed and schemes realised.

Jabulani Maseko

* A marketing term describing the group of young black (not including Indians or coloureds) South Africans who make up the middle class (well-educated, wealthy, salaried, in suitable employment, creditworthy, property and car owners, aspirant, with confidence in themselves and in the future).

Fotografia:
Jabulani Maseko
Afrovova


publicado por Próximo Futuro às 08:00
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sobre
Próximo Futuro é um programa Gulbenkian de Cultura Contemporânea dedicado em particular, mas não exclusivamente, à investigação e criação na Europa, na América Latina e Caraíbas e em África.
Orquestra Estado do Mundo
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