Segunda-feira, 30 de Abril de 2012

 

 

 

Volaron desde La Habana hasta Miami para presentar su película en el festival de cine de Tribeca en Nueva York y nunca llegaron a su destino final. Javier Núñez Florián y Anailín De la Rúa De la Torre sabían mucho antes de embarcar en La Habana rumbo a Florida que desertarían en cuanto pisaran Estados Unidos. Al igual que ocurre en la película que protagonizan, Una noche, ambos jóvenes —20 años hoy, 17 cuando rodaron— solo soñaban con abandonar el régimen castrista para iniciar una vida mejor. "En Cuba no hay futuro", asegura Núñez Florián en una entrevista concedida en la noche del viernes a un programa de televisión de Miami tras una semana en paradero desconocido.

 

Lo que ninguno de los dos jóvenes llegó a imaginar cuando desertaron es que el filme se alzaría en Nueva York con tres premios: a la mejor directora novel (Lucy Mulloy); a la mejor fotografía y al mejor actor, premio que Javier Núñez comparte con su compañero de reparto Dariel Arrechada, 21 años. Arrechada fue el único que estaba presente en Nueva York en la noche del jueves, cuando se anunció el galardón y cuando recogió el premio, que además consta de 2.500 dólares en metálico. "Me gustaría que estuvieran aquí", dijo un Arrechada emocionado. "Espero algún día contactarme con ellos, porque en la película compartimos mucho: el mismo cuarto, los mismos problemas, las mismas situaciones, el mismo guion, las mismas preguntas", confesó Arrechada en una entrevista con la agencia AFP tras obtener el galardón.

 

 

 

 

Continuar a ler no El País.


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Terça-feira, 3 de Abril de 2012

 

 

 

Muita gente havia deixado a sala, durante a exibição de Planeta Caracol, no CineSesc, mas sábado à noite, na sala da Rua Augusta, o júri do É Tudo Verdade fez justiça ao belo documentário do chileno Yi Segung-jun e lhe conferiu o prêmio de melhor da competição internacional. Planeta Caracol é sobre um cego e surdo e a mulher que o guia em sua escuridão (mas ele também a completa, numa reciprocidade comovente). O júri internacional considerou o curta Vovós, de Afarin Eshbal, o melhor da categoria. As vovós são as abuelas da Plaza de Mayo e a iraniano/britânica Afarin, que nem fala espanhol, disse numa mensagem ao Festival de Documentários que o que lhe interessou foi o exemplo dessas guerreiras que nunca deixaram de lutar pela verdade na investigação de crimes cometidos pela ditadura militar argentina - um tema de atualidade muito forte no Brasil.

 

 

 

 

 

Continuar a ler no Estado de São Paulo.


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Sexta-feira, 9 de Março de 2012

 Nadine Labaki 

 

 

Creció en un país en guerra, así que sus juegos no fueron como los de cualquier niña de su edad. Siempre encerrada, confinada, protegiéndose demasiadas veces tras sacos de arena. Fue entonces cuando Nadine Labaki estableció una relación especial con la televisión. Allí encontraba lo que quería vivir, los sueños que la realidad de su país, Líbano, le arrebataba. "Tenía apenas 10 u 11 años y decidí que me iba a convertir en cineasta. Le dije a mi padre que algún día me vería en el festival de Cannes". Todo el mundo se reía de ella. Misión imposible, le decían. Líbano es un país en guerra, sin industria cinematográfica, sin ilusiones ni futuro. Hoy Labaki, con 38 años, ya va por su segundo largometraje. Tras Caramel, todo un éxito de público, el viernes estrena en España ¿Y ahora adónde vamos?, un filme sobre cómo la vida está por encima de los conflictos entre los seres humanos.

 

 

 

Continuar a ler no El País.



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Segunda-feira, 5 de Março de 2012

Dasmascus Roof and Tales of Paradise, Soudade Kaadan, Síria, 2010

 

 

Na rica tradição do conto de histórias na Síria as fábulas passam de geração em geração, coloridas pelo imaginário – de peixes voadores a serpentes amigáveis. No entanto, estas estórias foram-se perdendo no tempo. Na cidade velha de Damasco, à cadência da chegada da modernização, altera-se a paisagem familiar da antiga cidade e sobrevém o perigo de que estas estórias, acarinhadas e testemunhadas por gerações, desapareçam no meio do processo de construção da nova Damasco.

 

 

 

A realizadora síria Soudade Kaadan (França, 1979), dirigiu documentários para a UNPD e para a UNICEF. O seu primeiro filme ‘Two Cities And A Prison’ participou em diversos festivais de cinema. Com o seu primeiro documentário, ‘Looking For Pink’, venceu o prémio Martine Fillipi  no Festival de Cinema Documental de Monte Carlo, em 2010.


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Sexta-feira, 2 de Março de 2012

 A GameMarwa Zein, Egipto, 2009

 

 

Uma mãe divorciada e a sua pequena filha, que lhe propõe um jogo. No desenrolar do jogo, revela-se a verdadeira natureza da relação entre elas. Esta curta-metragem é uma adaptação do conto “La vita è gioco” do escritor italiano Alberto Moravia.

 

 

Marwa Zein (1986, Cairo), graduada da Academia de Artes do Cairo. Da filmografia constam Salma (2007), Randa (2008), A Game (2009). Premiada com o prémio do júri do International Ismailia Film Festival para melhor curta-metragem de ficção (2009), National Egyptian Film Festival para melhor curta-metragem de ficção (2009).



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Quinta-feira, 1 de Março de 2012

 still de Lemon Flowers, Pamela Ghamineh, Líbano, 2007

 

 

 

Com a eclosão da guerra civil em 1975, as comunidades cristãs de Haret Hreyk, um bairro nos subúrbios ao sul de Beirute, deslocaram-se para outros bairros da cidade. A família Ghanimeh, aí residente, foi das últimas a sair. No mesmo período, a área conheceu um boom da construção impulsionado pela chegada dos xiitas do sul do país para os subúrbios de Beirute, devido aos ataques do exército israelita. Para a família Ghanimeh tudo o que resta da sua vida em Haret Hreyk são algumas memórias memórias.

 

 

Pamela Ghanimeh (Líbano), graduou-se no Institut d’Études Scéniques Audiovisuelles et Cinématographiques de Beirute em 2003. Escreveu e realizou Very Nice (Helo Kteer, 2002), The Distance of a Ride (Masefit Tarik, 2003), A Day in my Life (Yom Min Omri, 2002) e Lemon Flowers (Zahr el-Laymoon, 2007). Trabalhou com importantes realizadores libaneses como Mohammad Soueid e Michel Kammoun.



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Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012

 Bahrain: Shouting in the Dark, May Ying Welsh, 2011

 

 

 

Um país esquecido pelo mundo, com a população à mercê do seu ditador: Bahrain: Shouting in the Dark revela a sitação dramática que a sociedade do Barhein enfrenta. A tentativa popular de ser uma das bem sucedidas histórias da Primavera Árabe diante da atitude intransigente e implacável dos seus opressores.

Documentário produzido para o canal de televisão Al Jazeera English acerca das sublevações e protestos no Bahrein, em 2011, transmitido a 4 de Agosto do mesmo ano, inclui imagens gravadas durante as manifestações reprimidas pelas forças de segurança, entrevistas activistas e populares.

 

 

 

May Ying Welsh, jornalista norte-americana, trabalha para a estação de televisão Al Jazeera.



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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012

Carta à Minha Irmã, Habiba Djahnine, Argélia, 2006

 

 

 

 

A 15 fevereiro de 1995, Nabila, irmã da realizadora Habiba Djahnine é assassinada em Tizi-Ouzou: esta é a primeira vez que uma activista cai sob violência dos islamitas durante a década negra do regime argelino. "Carta à minha irmã/Nabila", lançado onze anos mais tarde, traz de regresso Nabila através do testemunho dos seus próximos. 

 

 

Habiba Djahnine (Argélia, 1968), realizadora, activista política, graduada na École Supérieure des Beaux-Arts de Genebra.  

Trabalhou como editora para a TSR (Télévision Suisse Romande) antes de iniciar o seu percurso de realizadora. Vive e trabalha entre a Suíça e a Argélia.



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Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012

 

 

 

Incluído na programação do último festival de Cannes, a projecção de Ni Allah, ni maitre, rendeu homenagem à realizadora Nadia El Fani.

O filme aborda o secularismo na Tunísia, país de maioria muçulmana, no momento mais alto das revoluções que estavam a ocorrer nos países do norte de África.

Ni Allah, ni maitre fez de Nadia El Fani alvo de inúmeros ataques de sectores do islamismo mais radical, por oposição às posições em defesa do secularismo e da liberdade de consciência expostas no filme.

 

 

 

Nadia El Fani, (Paris, 1960), franco-tunisina, depois de 20 anos a trabalhar como veterinária, inicia carreira no cinema como assistente de Jerry Schatzberg. Trabalhou como assistente de realização com Romain Goupil, Roman Polanski, Franco Zeffirelli, Alexandre Arcadi, entre outros.

A partir dos anos 90 realiza diversas curtas metragens e cria a própria produtora, Z'Yeux Noirs Movies. A estreia na longa metragem data de 2003 com Bedwin Hacker.



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Chocó, Johnny Hendrix

 

 

 

Cuando la nieve cubre las aceras de Manhattan durante los días más fríos de enero, Monika Wagenberg seguro agradece estar bajo el sol y los 31 grados de Cartagena de Indias. La costumbre es nueva. Durante diez años ha estado vinculada a diversos festivales de cine como Tribeca y Miami, donde ejerció de programadora, y es fundadora de la empresa de distribución Cinema Tropical, enfocada en películas latinoamericanas. Aunque nacida en Bogotá, habla con un leve acento que delata los diez meses al año que reside en Nueva York, periodo de gestación necesario para su cargo actual.

En 2011 Wagenberg asumió la dirección del Festival Internacional de Cine de Cartagena de Indias (FICCI) y desde entonces se muda a la ciudad entre enero y febrero. Su visión cosmopolita explica el nuevo carácter del festival, cuyas 52 ediciones lo convierten en el más antiguo de América Latina. Este año se inauguró ayer con la proyección de la película colombiana Chocó, de Jhonny Hendrix Hinestroza, y se clausurará el 29 de febrero con La chispa de la vida, de Álex de la Iglesia. siete días en los que habrá una actividad intensa que se resume en 204 proyecciones y 113 películas y el programa Cine en los barrios.

 

 

 

 

Continuar a ler no El País. 



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Próximo Futuro é um programa Gulbenkian de Cultura Contemporânea dedicado em particular, mas não exclusivamente, à investigação e criação na Europa, na América Latina e Caraíbas e em África.
Orquestra Estado do Mundo
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