Quarta-feira, 4 de Abril de 2012

 

 

 

 

The photographer Stan Douglas’s new project “Disco Angola,” a work in progress, is on display at the David Zwirner Gallery in New York until April 28, 2012. The New Yorker announced the show in Goings on About Town with the image above. What’s amazing is that Douglas has not been to Angola, though from what I read in this interview with Monica Szewczyk he has done a good bit of studying up.

Here are some of the photos from the show which puts, as Douglas describes it to Szewczyk, postcolonial Angola and postindustrial New York in visual touch, makes capoeira and kung fu “visual rhymes.” I think he is on to something.

 

 

 

 

Stan Douglas: Disco Angola

 

 

Continuar a ler.



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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012

Wina Miranda says tomatoes can cost up to $16 per kilo

 

 

When you think of the world's most expensive cities, the dusty Angolan capital of Luanda seems an unlikely contender

 

Potholed, chaotic and still scarred by decades of civil war, the city has little of the glitz and glamour of Tokyo, New York or Moscow, and an estimated half of Angolans live on less than $2 a day.

But despite the obvious poverty and sprawling slums, Luanda still manages to boast some eye-wateringly high prices.

A house can be $10,000 (£6,500) a month to rent, a basic meal out for two is easily $50, a hotel room can weigh in at $400 a night and a kilo of imported tomatoes a staggering $16.

A basic saloon car without a driver (which foreigners need to negotiate the difficult traffic and parking) will be $90 a day, but upgrade to a SUV (recommended due to the poor quality roads) and you're looking at $200.

 

'Expense'

 

It is prices like these that in recent years have seen Luanda top expatriate-cost-of-living surveys by agencies such as Mercer.

When Wina Miranda moved from Indonesia to Luanda in 2008 with her engineer husband Erwin Santosa, she knew the city was going to be expensive, but she wasn't prepared for quite how expensive.

"Actually the cost of living and the expense was all I found when I Googled Angola," the 34-year-old said.

"There wasn't much else, no pictures or other information, just stories saying how expensive it was here. But actually we didn't know quite how expensive it was until we really came here and experienced it."

Erwin, also 34, works for an international oil company which pays for his family's housing (a compact three-bedroom bungalow inside a private compound in the south of the city), his car and their seven-year-old daughter Obin's international school fees.

 

Para ler o artigo completo de Louise Redvers na BBC News, basta clicar aqui.

 



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Terça-feira, 19 de Julho de 2011

Declamador na FLIP 

 

 

"Uma aula de ciência e outra de filosofia": Pola Oloixarac (Argentina) e valter hugo mãe (Angola/Portugal)

 

O livro dela "As teorias selvagens" parte da ideia de uma guerra cultural. Guerra por significados. Como o conhecimento pertencendo a uma casta separada das paixões "baixas."
Ela busca através da ironia dar conta de uma relação privilegiada com o conhecimento. Tenta criar uma imaginação política, pois há uma tradição da literatura política na América Latina ser muito militante e séria, que ela deseja quebrar com seu livro.
Mistura tecnologia, luta política no âmbito cultural, junto com uma subjetividade que emerge numa potência selvagem... Parece interessante. E ela tem uma aparente obsessão com a luta política.

O valter fala da morte, parece obsecado por ela. Conta que o pai vivia achando que ia morrer até que morre aos 59 anos. Muito simpático, sensivel, fala que busca nos livros que escreve suprir uma falta, algo que não tem na sua vida. Falou muito do outro, da tentativa de entender o outro, da procura pelo outro, como algo que pode ensinar-nos sobre nós mesmos. Seus livros começam sobre um outro e terminam nele, encontrando esse outro dentro de si mesmo.
Deixou todos muuuuito emocionados e foi realmente lindo, quando ele leu uma crônica que escreveu para falar da sua relação com o Brasil.
Foi tão lindo. Ele chorou, muita gente chorou, tenho certeza que vão por online. E tem que ver.
E o livro parece legal mas deve ser triste p'ra xuxu! 

 

Imagem e texto de Madame de Stael, correspondente em Paraty

 



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Segunda-feira, 4 de Julho de 2011

 

 

Terminaram ontem os eventos PRÓXIMO FUTURO/Verão 2011 mas ainda há muito para ver até ao final do ano!

Desde logo, a exposição "Fronteiras" (mostra central dos 8.os Encontros Fotográficos de Bamako, vinda do MALI) que, para além das mais de 700 pessoas na inauguração, já foi entretanto visitada por mais de 6.500 pessoas.

 

Também continuam visitáveis, durante todo o verão, as instalações dos artistas Nandipha Mntambo (ÁFRICA DO SUL), Kboco (BRASIL) e do colectivo Raqs Media (ÍNDIA) pelo Jardim Gulbenkian, para além das intervenções artísticas de Bárbara Assis Pacheco (PORTUGAL), Délio Jasse (ANGOLA), Isaías Correa (CHILE) e Rachel Korman (BRASIL) nos Chapéus-de-Sol projectados pela arquitecta Inês Lobo, também no JARDIM Gulbenkian.

 

Mais informações e contactos, aqui.



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Segunda-feira, 23 de Maio de 2011

 

"Um amor imenso", foto de Ana Paula Rodrigues, em Angola.



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Quinta-feira, 19 de Maio de 2011

ACHILLE MBEMBE no Centre for Creative Arts (University of KwaZulu-Natal)

 

 

Em Junho, esperamos que se junte a nós logo no dia 16 (quinta-feira), às 17h00, na inauguração das intervenções propostas para o JARDIM da Gulbenkian pelos artistas Bárbara Assis Pacheco (Portugal), Délio Jasse (Angola), Isaías Correa (Chile), Kboco (Brasil), Nandipha Mntambo (África do Sul), Rachel Korman (Brasil), e o colectivo Raqs Media (Índia).

 

No dia seguinte, 17 de Junho (sexta-feira), às 09h30, terá início a segunda parte das LIÇÕES do Próximo Futuro (2011), reunindo investigadores, poetas e professores de diversas geografias (Brasil, Camarões, EUA e Portugal), em torno de reflexões sobre “Democracia e a Ética do Mutualismo” (a partir da “experiência Sul-africana”), “Qual o futuro próximo da Poesia?”, “As grandes incertezas da historiografia africanista” e “Produção, utilização e partilha do conhecimento na economia global”.

 

 

Alguns links (complementares às respectivas bios no Jornal) para conhecer os conferencistas de dia 17 de Junho:

 

Achille Mbembe (Camarões)

What is a postcolonial thinking?

Donors have a simple notion of development

The invention of Johannesburg

 

Eucanaã Ferraz (Brasil)

Não saberia dizer a hora…

Entrevista

Errática

 

Margarida Chagas Lopes (Portugal)

Entrevista Antena 1

Desemprego e Interioridade

Principais actividades e trabalhos em Economia da Educação e da Formação

 

Ralph Austen (EUA)

The Department of History

Trans-Saharan Africa in World History

Postcolonial African Literature



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Segunda-feira, 9 de Maio de 2011

 

 

Uma visita ao mercado Tunga N'go em Angola através das fotografias e escrita de Anja Mutic, no seu EverTheNomad blog.



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Terça-feira, 12 de Abril de 2011

KILUANJI KIA HENDA em frente ao seu trabalho “Ngola Bar” (2006), na 52.ª Bienal de Veneza, em 2007.

Foto: Christine Eyene

 

 

Com exposições realizadas em importantes iniciativas e espaços de diferentes países nos continentes africano, europeu e americano, Kiluanji Kia Henda (n. 1979, Luanda) é um dos artistas angolanos com maior reconhecimento internacional no panorama artístico da actualidade.

Artista autodidata, tem-se destacado pelo trabalho fotográfico que tem vindo a desenvolver sobre o país onde nasceu e vive, paralelamente à criação de séries relacionadas com outros lugares e contextos, decorrentes das várias residências artísticas em que tem participado. Depois da sua primeira residência artística na I Trienal de Luanda, em 2005, integrou programas de residências como os da galeria ZDB (Lisboa, 2007), espaço Blank Projects (Cidade do Cabo, 2008) e Fondazione di Venezia (Veneza, 2010), participando também na 52.ª Bienal de Veneza (Itália, 2007), na 3.ª Trienal de Guangzhou (China, 2008) e na 29.ª Bienal de São Paulo (Brasil, 2010).

 

Kia Henda realizou a sua primeira exposição invidual em Luanda, na Galeria SOSO (“Estórias e Diligências”, 2009) e um ano depois apresentou, no espaço da SOSO em São Paulo, a nova individual, intitulada “Trans It”, que entretanto desenvolvera em Bordéus (França, exposição “Evento”).

O trabalho “Self-Portrait as a White Man”, desenvolvido entre Veneza e Luanda no âmbito da residência internacional “Art Enclosures”, seguiu logo depois para Itália e deu lugar à sua individual com o mesmo nome na Galleria Fonti (ler artigo aqui).

 

Neste ano de 2011, algumas das suas obras já foram “apanhadas” no meio de uma revolução (exposição “Propaganda by Monuments”, concebida para o CIC no Cairo, Egipto). Outras podem ser vistas, até final desta semana, na Airspace Residency (Nova Iorque, EUA), na mostra “The Days of This Society Are Numbered”, com curadoria de Miguel Amado. E há ainda trabalhos seus a concurso em Lisboa (no CCB-Centro Cultural de Belém), depois da nomeação para o Prémio BES Photo, que na sua 7.ª edição se abriu aos países da CPLP e cujos resultados são divulgados hoje mesmo, dia 12 de Abril…!

 

No CCB, Kia Henda expõe ao lado de Mauro Restiffe (Brasil), Manuela Marques (Portugal), Mário Macilau (Moçambique) e Carlos Lobo (Portugal). Aqui um breve depoimento do artista no âmbito da exposição e aqui uma entrevista elucidativa feita pela Lígia Afonso (assistente curatorial na 29.ª Bienal de São Paulo), publicada no catálogo do BES Photo 2011. Para uma biografia mais detalhada é ir aqui.

 

Vale também a pena ler o artigo que o próprio Kiluanji escreveu em Maio de 2010 sobre “O sonho de Niemeyer e o Universo Paralelo” e ouvi-lo a apresentar os seus projectos na Tate Modern: “Talks & Discussions: After Post-Colonialism: Transnationalism or Essentialism?”.

 

 

Lúcia Marques



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Terça-feira, 5 de Abril de 2011

 

 

 

 

Entre fritos, cafés e bolos de uma cantina manhosa na baixa de Luanda, aguardo que a menina da caixa, negra, belfa, de lábios cor de rosa, me entregue um cartão de saldo para o telefone. Sobre uma das montras de bebidas há um aparelho sintonizado na rádio local que debita em alto volume uma selecção musical inenarrável: Alicia Keys, Mozart, Guns and Roses.

Talvez seja o purgatório e não o inferno. 

 

Elisa Santos



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Sexta-feira, 11 de Março de 2011

 Transporte de gelo - E.R.

 

Angola tem esquemas. Bué de esquemas.

 

Muitos mambos e makas que complicam buisnesses e que precisam ser contornados.  Tem chefes, manos, doutores, tias, padrinhos, irmãos primos, sobrinhos, vizinhos e "o camarada lá". Gente com bata, gente com arma, gente com carro, gente com posição, gente com fome, gente com paciência, gente com jeito.

 

Angola tem devotos que ralham com os seus santos em frente a altares confusos entre cristandades e preposições pagãs; pastores, madres, padres, catequistas, sobas, mais velhos, tradicionais e aflitos

 

Angola tem códigos alternativos, éticas paralelas, signos próprios, modus operandi. Angola tem ordem. Outra ordem. Modus vivendi

 

 



publicado por Próximo Futuro às 13:11
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Próximo Futuro é um programa Gulbenkian de Cultura Contemporânea dedicado em particular, mas não exclusivamente, à investigação e criação na Europa, na América Latina e Caraíbas e em África.
Orquestra Estado do Mundo
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