Segunda-feira, 13 de Dezembro de 2010

 

Celéstin Monga, economista camaronês com uma longa história de luta por melhores políticas no seu país, é entrevistado aqui. Fala de economia, de política, de justiça, e fá-lo a partir de dentro: dentro de África, dentro da Europa, dentro do Banco Mundial. Em período de comemoração dos 50 anos de independência de muitos dos países africanos, "Niilismo e Negritude" uma das últimas obras do camaronês, "parte de uma visão particular do niilismo (“A esperança é a verdadeira matéria-prima e a verdadeira riqueza da África, mas se trata de uma esperança niilista, confinada”, diz ) para rever o legado dos intelectuais que fundaram o movimento Negritude, como o antilhano Aimé Césaire e o senegalês Léopold Sédar Senghor, e propor, em ensaios curtos, reflexões sobre os saberes tradicionais africanos e os dilemas políticos contemporâneos do continente."

 

Do blog, Ocupações Temporárias



publicado por Próximo Futuro às 11:14
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Próximo Futuro é um programa Gulbenkian de Cultura Contemporânea dedicado em particular, mas não exclusivamente, à investigação e criação na Europa, na América Latina e Caraíbas e em África.
Orquestra Estado do Mundo
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