Quinta-feira, 19 de Abril de 2012

 

 

 

 

Um dos dados que mais assustaram quando a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil foi apresentada em março diz respeito ao uso que a população faz das bibliotecas. Ou melhor, ao não uso. Só 7% dos brasileiros vão com frequência a uma e a maioria, 20%, respondeu que iria se houvesse mais livros novos. O problema, no entanto, não é novo e desde que criou o Salão do Livro para Criança e Jovem, há 14 anos, a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) vem tentando dar a sua contribuição para que as escolas renovem os acervos. Assim, já estariam a meio caminho andado da formação de leitores, o objetivo maior da feira.

 

Por isso, quem ganha incentivo da prefeitura carioca para comprar livros nas edições anuais do evento - a de 2012 começa nesta quarta no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio -, são as escolas.

 

 

 

 

Continuar a ler no Estado de São Paulo.

 

 

 

 

Setenta e oito editoras divididas em 85 estandes. Presença de 200 artistas, entre escritores e ilustradores. A 14ª edição do Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens começa nesta quarta (18) e espera um público de 50 mil pessoas. Este ano, o evento homenageia o escritor mineiro Bartolomeu Campos de Queirós, autor de oito livros, entre eles, A árvore (Editora Paulinas), Anacleto (Editora Larousse), Sem Palmeira ou Sabiá (Editora Peirópolis) e História em 3 Atos (Editora Global), que morreu em janeiro. Além de, como em todas as outras edições, ter um país homenageado. O escolhido deste ano é o México

 

Durante os 12 dias do evento, o público de crianças e jovens terá a chance de participar de bate-papos com os principais escritores e ilustradores do país, de acompanhar a leitura de histórias e assistir a seminários. Como já faz parte da tradição, terão quatro bibliotecas separadas por faixa etária (bebês, crianças, jovens e educadores). Nelas, são realizados encontros com os autores e leituras mediadas pelos monitores, mas também é possível ficar ali lendo, folheando os livros e brincando com as obras. Como todos os anos, as crianças ganham um livro ao visitar a feira.

 

 

 

Continuar a ler n'O Globo.



publicado por Próximo Futuro às 14:00
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Próximo Futuro é um programa Gulbenkian de Cultura Contemporânea dedicado em particular, mas não exclusivamente, à investigação e criação na Europa, na América Latina e Caraíbas e em África.
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