Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2011

(Panorama da cidade do Cairo, Egito, vista de cima; Getty Images)

 

 

Arquitetos espanhóis propõem revolucionar espaço público no Cairo

 

Espaços agradáveis no lugar de becos cheios de lixo é a proposta do grupo de arquitetos espanhóis Basurama para revolucionar os espaços mais deteriorados do Cairo.
Basurama analisou esta semana, junto com 20 profissionais da arquitetura e urbanismo egípcios, diversas fórmulas para melhorar locais degradados da capital egípcia e concluíram que "faltam praças, parques e locais para crianças", explica o membro do Basurama, Benjamín Castro.

Castro explicou à Agência Efe que no Egito os espaços públicos estão muito bem definidos: "Existem o café como lugar de encontro, as mesquitas como lugar de recolhimento e oração e o mercado como lugar de troca".

Com a oficina "Resíduos e recuperação urbana", os membros do Basurama, um coletivo de arquitetos de Madri que desenvolve projetos entorno do lixo, quis ir além e analisou, junto com urbanistas, arquitetos e designers egípcios, várias propostas para introduzir mudanças nos espaços públicos do Cairo.
A mobilização popular que em 11 de fevereiro encerrou com 30 anos de Governo do presidente Hosni Mubarak ocupou boa parte do debate, já que durante os dias prévios e posteriores à queda do ditador, a revolução no Egito não foi só política, mas também cidadã.

"A revolução criou uma nova conjuntura na qual o povo se sente mais forte", manifestou o arquiteto e designer egípcio Omar Nagati, que apostou por "captar esta energia e esta motivação e canalizá-la para o lado construtivo, não destrutivo".
A partir desta ideia, os participantes da oficina propuseram iniciativas para limpar becos, reabilitar os grandes espaços vazios e mal-cheirosos sob as pontes que cruzam o Cairo e dar um toque de cor à cidade, um tanto cinza atualmente.
"Queremos intervir com pouquíssimo orçamento e com materiais muito simples para que as pessoas possam fazer o mesmo em outras ocasiões", explicou Castro, que esclareceu que Basurama elaborará uma proposta com as reflexões desta primeira oficina para colocá-la em prática no ano que vem.
Espanhóis e egípcios concluíram que o principal problema nas ruas é a sujeira e a falta de consciência e cuidado dos cidadãos.

 

(...)

Para ler o artigo completo de Laura Milham Lombraña, basta clicar aqui.



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Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2011

 

2011 was a good year for African cinema. In various cinema seats and at home, I’ve been intrigued and moved, horrified and sickened, surprised and hugely entertained by a group of industries that together we call ‘African cinema’ — a sign that what can be expected is anything but stereotypical. In the list below, I’ve chosen films that have expanded what we might think of as ‘African cinema’. Some short films, some documentary, some fiction, some a strange mix of them all.

However, the films I can’t list are perhaps the most powerful ones of the year; those captured on mobile phones and camcorders during critical moments in uprisings, revolutions and elections that have continued to broaden our grasp on the lives and experiences of those whose lives are not yet captured by cinema. This is a new kind of viewing, and one which I think will continue to transform the aesthetic, narratives and distribution of African film in 2012.

(A note for readers: some of these films were released in 2010, but gained theatrical release or wider audiences this year so I’ve included them too. In each case a description of the film is accompanied by its trailer.)

 

Para continuar a ler o artigo de , e assistir aos respectivos trailers, basta navegar até aqui.

 



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Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011

(Film still de "Cerro Negro", de João Salaviza / encomenda Próximo Futuro)

 

Em vésperas da passagem para 2012 eis uma novidade animadora: as curtas metragens "Cerro Negro" (do realizador português João Salaviza) e "Viento Sur" (da realizadora paraguaia Paz Encina), ambas fruto de uma encomenda do PRÓXIMO FUTURO e apresentadas na Gulbenkian no verão passado, foram seleccionadas para o prestigiado International Film Festival de Roterdão (secção "Spectrum"), que decorrerá naquela cidade holandesa de 25 Janeiro a 5 Fevereiro 2012.

 

O nosso agradecimento aos realizadores e aos Filmes do Tejo, nosso produtor delegado!

 

Para saber mais sobre a 41.ª edição do Festival de Roterdão que aí vem, é ir aqui.

 

 

 

 



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Terça-feira, 27 de Dezembro de 2011

 

 

It's hard enough for a director to react to global political events. Anticipating them? It might be easier to predict Tim Tebow's career arc.
 
But as violence engulfs Cairo for a fourth straight day -- with at least 10 protesters killed in clashes with the military near Tahrir Square in this charged city -- two feature-film directors are dealing with their unlikely role as a sort of Mideastern political seer.

Maybe most striking is that neither of them made a movie about politics.

 

(...)

 

The best way to make a movie about the revolution, in other words, is not to make it about the revolution.

 

 

Para ler o artigo completo de Steven Zeitchik, correspondente no Cairo, basta ir aqui.

 



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Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011

(George Osodi, Pipeline, 2006, from the series Oil Rich Niger Delta,

2003-2010. All rights George Osodi)

 

On Tuesday evening, George Osodi gave a talk at Foto8 in London then had a public conversation with Julian Stallabrass. I discovered Osodi's amazing photos at the last edition of Documenta and there was no way i'd miss his presentation.

The Nigerian photographer is one of those rare photo-reporters whose work is shown in newspapers as well as in art galleries around the world (you can check his photos right now in the Oil Show at HMKV in Dortmund). He was in London to discuss the Oil Rich Niger Delta series and his new book Delta Nigeria - The Rape of Paradise on the oil exploitation in the Delta region of his country.

Nigeria is West Africa's largest producer of crude oil but years of corruption and poor governance has left the southern Niger Delta desperately poor, its environment devastated by oil spills and gas flares and other environmental hazards as a result of activities of the oil companies in the region.

The story of Oil Rich Niger Delta started almost 10 years ago when Osodi decided to leave his well-paid job as a banker to buy a camera and teach himself photography. It didn't start too well. First of all, no one in Nigeria, he said, takes photography seriously and he received no encouragement from neither his friends nor his family.

 

Para saber mais, basta ir aqui.

 



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Sábado, 24 de Dezembro de 2011

 

 

 



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Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011

 

de Alaa El Aswany

Trad. do inglês de Helena Falé Chora

Editora Presença

 

Um livro que retrata a sociedade egípcia desde a década de 30 do século passado – data da construção do edifício Yacoubian – até à Guerra do Golfo. Yacoubian é um dispositivo que tanto permite a construção de pequenas narrativas relativas a cada um dos ocupantes dos vários apartamentos, como se  tratasse de várias cenas de teatro em simultâneo, como é o ponto de partida e de chegada para as narrativas maiores em torno das grandes questões sociais, políticas e religiosas que trespassaram o Cairo ao longo de oitenta anos.

A perícia do escritor egípcio no modo como encadeia e combina as pequenas e as grandes narrativas é exímia e constitui uma das grandes qualidades da construção desta obra. Uma outra qualidade decorre da forma minuciosa como tece cada uma das personagens e as faz evoluir respondendo às situações que vai construindo ao longo do romance. Ler este livro a poucas centenas de metros da praça Tahrir tem também como efeito entender esta obra como um passado histórico onde a corrupção dos governos, o nacionalismo fundamentalista de Nassar, o fanatismo religioso para o qual muito contribuiu a repressão do regime, terá conduzido a esta praça.

 

APR

 

 



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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011

 

 

Brazil apart, publishers are struggling to persuade the growing middle class to read more books

 

TINY fingers wiggle through the holes in the pages of “A Moverse” (“Let’s Get Moving”), a children’s picture-book that lets readers pretend their digit is a cat’s tail or penguin’s beak. While managers in suits talk print-runs and profits in one hall of the Guadalajara International Book Fair, the world’s biggest Spanish-language literary get-together, shrieks of excitement can be heard from young customers in the children’s area next door.

 

Para continuar a ler o artigo, basta ir até ao The Economist Job Board (Publishing in Latin America).

 



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Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011

 

(Co-Pilot Krishna meets the Host, Elliott)

 

SOUTH AFRICA - TAXI HIT SQUAD

 

If you are shaking your booty in South Africa, specifically Johannesburg, you are most likely listening to House music. And in South Africa, Kwaito is their street-styles, unique local flavor of music, with heavy House and African rhythms and local dialects. 

From when it first hit the streets in the early 90s, Kwaito was so intensely popular in South Africa (the world’s House music market) they organized an entire awards ceremony just for it. This new genre began in Pretoria, and then rapidly spread to Johannesburg and became known as sound of the post-apartheid--an uplifting celebration of boundaries breaking and a bright new chapter in South Africa’s long dark history. 

And because the new Kwaito artists couldn’t get any airplay on the local radio stations, they decided to take their music to the people by using the hundreds of township taxis to promote their music. Smart thinking given a recent Pretoria University study estimated that between five and 10 million South Africans use taxis every day.

Taxi stands or Kombis, are the main source of public transportation in South African townships, since many residents can’t afford to own cars. Taxi drivers played a pivotal role in breaking new Kwaito artists by playing and selling their CDs to their captive taxi audience.

 

 

Para continuar a ler e ouvir a música que acompanha a reportagem em vídeo, basta navegar para aqui.

 



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Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011

 

 

Al escuchar Feeling You Got resulta inevitable aventurar que si James Brown hubiese nacido en África, respondería al apelativo de El Rego. Considerado como “el padrino del afro-funk”, Theophile Rego es toda una leyenda local en Benin a la espera de un mayor reconocimiento a nivel internacional. No se esfuercen en buscar su nombre en Wikipedia porque, aunque su relevancia artística es equiparable a la de Fela Kuti en Nigeria o K. Frimpong en Ghana, su legado ha permanecido eclipsado durante décadas. Una omisión que sellos especializados como Analog Africa y Daptone se han encargado de subsanar en los últimos años, gracias a recopilatorios como African Scream Contest Raw & Psychedelic Afro Sounds From Benin & Togo 70s (Analogue Africa, 2008), Legends of Benin (Analogue Africa, 2008) o el definitivo El Rego (Daptone, 2011).

 

 

Para continuar a ler o artigo de David Bizarro e ouvir "Feeling you got", basta navegar até aqui.

 

 

 



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Próximo Futuro é um programa Gulbenkian de Cultura Contemporânea dedicado em particular, mas não exclusivamente, à investigação e criação na Europa, na América Latina e Caraíbas e em África.
Orquestra Estado do Mundo
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