Terça-feira, 31 de Maio de 2011

AQUARIUM MATERIALIS (Pangeia Instrumentos), fotografados por MJ 

 

Porque não queremos que perca mais um concerto único, relembramos que já pode adquirir o seu bilhete on-line para assistir ao AQUARIUM MATERIALIS, com Victor Gama e Pedro Carneiro (Angola-Portugal)!

 

Victor Gama tem construído o seu trabalho em torno de rituais entre tecnologia e Natureza. Não é necessário conhecer bem a fundo a sua biografia para se perceber que as suas raízes estão no continente negro. Victor Gama utiliza a sua música e os seus magníficos instrumentos – criados por si e que sobrevivem gloriosamente como singularíssimas obras de arte – como veículos criativos e tradutores desse mundo, dando origem a uma música que, embora singular, não deixa de ser também universal. Os fantásticos instrumentos que Pedro Carneiro e Victor Gama apresentam no Jardim da Gulbenkian são peças que se ancoram ao solo, sobrevoam o espaço e usam o espelho de água do lago como superfície interlocutora. É uma mediação perfeita entre os instrumentistas e a fauna e flora. Separada em duas partes, a peça divide-se entre opostos, reflectindo, mais uma vez, a dicotomia da natureza: uma parte diurna, repleta de vida, cheia de cores e de luz, vibrando intensamente; e uma parte nocturna, em que o mistério impõe que nos percamos em fantasias, deixando que o imaginário e as palavras tomem conta da nossa percepção.

 

 

Este concerto é composto por duas partes que terão lugar no JARDIM da Gulbenkian, no próximo dia 19 de Junho (Domingo), às 19h (parte 1) e às 22h (parte 2).

 

Para saber mais sobre Pedro Carneiro, Victor Gama e Aquarium Materialis/Pangeia Instrumentos, basta clicar aqui, aqui e também aqui.



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Segunda-feira, 30 de Maio de 2011

 

Nicolas Jaar, filho do prestigiado artista chileno Alfredo Jaar (que na sexta-feira passada inaugurou em Lisboa "Cem vezes Nguyen"), continua a fazer furor na cena 'electrónico-intelectual'. Mais Nicolas Jaar para ouvir por aqui para os que não puderem ouvi-lo ao vivo no dia 2 de Junho em Lisboa (no Lux), ou a 14-16 de Julho na Praia do Meco (Festival Super Bock Super Rock)



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Parte de "Mosaico-Mundo" (2005-2009), de Saïdou Dicko, na exposição "Fronteiras" 

 

"Levantamos poeira ao trauma do colonialismo, entre europeus e africanos, ancorados nos Encontros de Fotografia de Bamako na Gulbenkian. Entrevista a António Pinto Ribeiro", aqui.



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Sexta-feira, 27 de Maio de 2011

(in jornal Expresso, 21.05.2011, por Celso Martins) 

 

 

Alguns dos artigos que têm saído na imprensa sobre "FRONTEIRAS" (exposição central dos 8.ºs Encontros de Bamako/MALI, em exibição no edifício-sede da Fundação Calouste Gulbenkian até 28 de Agosto de 2011) também podem ser consultados através dos seguintes links:

 

Público  (13.05.2011), por Lucinda Canelas

Jornal de Negócios (13.05.2011), por Lúcia Crespo 

Sol (13.05.2011), por Telma Miguel 

Diário de Notícias (15.05.2011), por Maria João Caetano 

Visão (26.05.2011), por Cláudia Almeida 

 

 

E lembramos que este próximo Domingo (dia 29 de Maio), às 15h30, haverá uma visita guiada à exposição por Lúcia Marques, na qual se contextualizará o conceito e as opções de montagem dos 8.ºs Encontros de Bamako na Gulbenkian de Lisboa, articulando a produção fotográfica desta bienal de fotografia com os trabalhos em vídeo nela incluídos. Sendo um Domingo, dia da semana em que a entrada na exposição é sempre gratuita, apenas terá que levantar o seu bilhete na recepção.

 

Mais informações sobre horários, bilheteiras, contactos, aqui.



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Notícias de Moengo, no Suriname, a propósito de "Monument for Transition" (2011), para ler aqui.



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Quinta-feira, 26 de Maio de 2011

 

 

Na foto: "Pied de danseuse by oliviergendrin via Flickr CC. (...) Ils ont usé de paraboles, mis en avant le langage corporel, diffusé sur Internet: les artistes tunisiens ont contourné la censure de Ben Ali pendant plus de vingt ans. Et contribué à la révolution." (para continuar a ler aqui)



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"Dazed travelled to Lagos, Nigeria to make this short film with some of Africa's hottest young music stars..." (para continuar a ler, clicar aqui).



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Quarta-feira, 25 de Maio de 2011

 

OPEN CALL FOR PAPERS TO A SPECIAL ISSUE OF THIRD TEXT

Guest Editors: Paul Goodwin & Lúcia Marques

 

One of the most striking aspects of the globalization of the art world is the massive increase in interest in the work of contemporary African artists. This has been reflected in the spectacularly enhanced presence of African artists in global Biennial exhibitions, museum collections and in commercial galleries and art fairs. The tremendous growth of interest in contemporary African art has been matched by a deluge of scholarly texts, journals and books dedicated to this subject such as the important, encyclopedic collection ‘Contemporary African Art Since 1980’ by Okwui Enwezor and Chika Okeke-Agulu (2009, Damiani Press).

 

However on closer inspection it is apparent that the geographies of African art presented in these studies is skewed towards an Anglophone (and Francophone to a lesser extent) perspective of ‘contemporary African art’. In particular ‘Lusophone’ Africa is poorly represented if at all. Although there are several Lusophone artists in Enwezor and Okeke-Agulu’s anthology, there is no analysis of the specific context of Lusophone African art production in the text. ‘Lusophone’ is not even mentioned in the index. This absence or neglect is, in fact, quite common in presentations of contemporary African art in the English speaking world. This lacuna is one of principal rationales driving this Special Issue of Third Text.

 

We start with a question that is simple in appearance but tellingly complex at the same time: What is contemporary Lusophone African art? Under question here are a number of key terms that need to be unpacked if we are to address this issue in a critical and challenging way: ‘contemporary’, ‘Lusophone’, ‘African’ and ‘art’. Each term is contested territory in its own right but in bringing them together within an interrogative form we are striving to open up a discursive platform in which these complex terms can be debated, critiqued and repositioned. For example, so-called ‘Lusophone Africa’ is not a seamless whole. It includes a variety of countries each with very different social, political and cultural histories. In acknowledging this complexity, it is the hope of the editors that a significant gap in the geography of knowledge production of contemporary African art can begin to be addressed and in turn generate more research and debate across language and cultural borders.

 

Contributors to this special issue of Third Text are invited to present papers and book reviews that addresses this question: “What is contemporary Lusophone African Art?”. By questioning the label of “contemporary Lusophone African Art” we intend to gather a number of manuscripts that can debate the existence of an artistic production with a circumscription mainly related to a colonial language heritage.

 

This geographical focus which relates to the international circulation of young artists coming from Portuguese-speaking African countries will be the starting point to question the on going mapping of “Lusophony”, “Francophony”, “Anglophony” by ex-colonial powers under the pretext of “shared” languages and cultures. This is frequently seen either as “neo-colonial” appropriation by institutionalised powers (especially in political events), or as a strategic entry point into the international artistic circuits that some artists can take advantage of.

 

In this sense, a reflection about “contemporary Lusophone African Art” in a post-colonial context should also stimulate a variety of studies by authors beyond the “Lusophone” cartography, encouraging perspectives from the various “Africas”. We call for contributions which favour a transdisciplinary approach, including comparative studies, giving priority to those which, under a theoretical or empirical perspective, question the conceptual bases, the possibilities, the limits and the borders of “contemporary Lusophone African Art”.

 

The following are some themes and questions suggested by the editors to be addressed by potential contributors. These suggestions arise from the editors research and discussion and are by no means exhaustive:

 

1) Does “contemporary Lusophone African Art” exist?;

2) (De)construction of African Identities through artistic expressions;

3) The role of art as interface between trends and imported cultural models;

4) Art and political intervention;

5) Artistic responses to war, conflict an armed struggle: the relationship of artistic production to independence movements;

6) Notions of diaspora, ‘race’ and national identity. Is there a Lusophone ‘South Atlantic’ that links Africa, Brazil and Portugal that is analogous to Paul Gilroy’s ‘Black Atlantic’?;

7) Rise of biennials and triennials (eg. Luanda Trienniale). How does “Europe” contribute to the project of “African Art” in Lusophone contexts?

 

This special issue invites contributions, not exceeding 6000 words in length, from artists, art historians, theoreticians and intellectuals interested in exploring through original manuscipts any of the issues pertaining to “What is Contemporary Lusophone African Art?”. The authors’ names and corresponding bibliographic references (500 characters max.) must be included in the document’s title page, which must also have the authors’ institution. The submitted manuscripts must be accompanied by five keywords and when preparing the manuscripts, authors must observe the formatting and the submission regulations of Third Text journal, available at http://www.thirdtext.com/authors-guidelines/. Manuscripts must be submitted in English.  In exceptional circumstances only we may be able to provide some help for translation of texts.

 

 

Abstracts written in English, (500 words max.) including the manuscript’s title, should be sent by email attachment no later than 21st July 2011 to the Guest Editors Paul Goodwin & Lúcia Marques at goodwinandmarques@gmail.com (upon acceptance, final papers are due by 1st February 2012).

 


The Editors: Paul Goodwin is a curator, urban theorist and researcher. He is an Associate Research Fellow at the Centre for Urban and Community Research, Goldsmiths College and Curator, Contemporary Art at Tate Britain. Lúcia Marques is a Lisbon based independent curator. She is President of XEREM cultural association (Triangle Network) and a member of AICA-International Association of Art Critics. +INFO = http://www.thirdtext.com/

 



publicado por Próximo Futuro às 14:30
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"Nenúfares", de Nuno Awouters (série fotográfica na nova Galeria BUALA)

 

 

BUALA iniciou actividade a 25 de Maio de 2010, dia de África, e faz agora um ano de existência. Os comentários positivos e a vasta adesão dos leitores e colaboradores, de todos os países de língua portuguesa e de muitos outros lugares do mundo, tem sido um sinal de que esta é uma plataforma necessária e desejada, afirmando-se como um canal de reflexão e divulgação importante no âmbito da cultura africana contemporânea.


Trata-se do primeiro portal multidisciplinar de reflexão, crítica e documentação das culturas africanas contemporâneas em língua portuguesa, com produção de textos e traduções em francês e inglês. Buala (em quimbundo Bwala) significa casa, aldeia, a comunidade onde se dá o encontro. A geografia do projecto responde ao desenho da proveniência das contribuições, certamente mais nómada que estanque. A língua portuguesa, celebrada na diversidade de Portugal, Brasil e Áfricas, dialoga com o mundo. Buala.org pretende inscrever a complexidade do vasto campo cultural africano em acelerada mutação económica, política, social e cultural. Entendemos a cultura enquanto sistemas, comunidades, acontecimento, sensibilidades e fricções. Políticas e práticas culturais, e o que fica entre ambas. Problematizar questões ideológicas e históricas, entrelaçando tempos e legados. No fundo desejamos criar novos olhares, despretensiosos e descolonizados, a partir de vários pontos de enunciação da África contemporânea. Buala.org concentra e disponibiliza materiais, imagens, projectos, intenções, afectos e memórias. É uma plataforma construída para as pessoas. Uma rede de trabalho para profissionais da cultura e do pensamento. Artistas, agentes culturais, investigadores, jornalistas, curiosos, viajantes e autores, todos se podem encontrar e habitar este Buala.

 

A assinalar o seu primeiro aniversário encontra-se agora on-line também uma nova secção dedicada a Ruy Duarte de Carvalho que resulta de uma "vontade de reunir materiais de vários autores da nossa língua para promover o debate a partir de obras e figuras de excepção. O escritor Ruy Duarte de Carvalho é o primeiro, pela admiração, amizade, entusiasmo e colaboração que deu ao projecto BUALA, considerando-o um espaço de encontro fundamental para trocar propostas e consolidar pesquisas" (para continuar a ler aqui).

Outra novidade igualmente significativa: a secção Donativos, relembrando as mais diversas formas, por vezes tão simples e cruciais, de contribuir para que este projecto continue.

 

PARABÉNS Buala!

 

 

(Alguns) NÚMEROS buala
12 meses de existência
8 secções + 1 galeria Blog
287 autores
 / colaboradores
625 artigos (inéditos e reedições) com imagens sobre África
15 exposições/ galerias artistas africanos contemporâneos
+ de 1300 Post no blog DÁFALA
3211 Fãs no Facebook
307 Seguidores no Twitter
400 Subscritores RSS
149 086 visitas (de 25 Maio 2010 a 23 de Maio 2011) 

 

 



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Terça-feira, 24 de Maio de 2011

 

 

Hoje, às 20h de Madrid, foi inaugurada no Museo Reina Sofia a tão aguardada retrospectiva de uma das mais importantes artistas da contemporaneidade: a genial, brasileira, LYGIA PAPE (Nova Friburgo, 1927 - Rio de Janeiro, 2004). 

 

A mostra abriu simbólicamente com a realização da performance que a artista apresentou pela primeira vez no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, ainda em 1968, intitulada "Divisor" (na foto), com a qual pretendia levar a cabo um trabalho colectivo que não dependesse exclusivamente da sua presença. Pape convidou cada observador a colocar a sua cabeça nos orifícios existentes num enorme tecido branco, que assim ligava todos os participantes como se fizessem parte de um corpo único, apenas se distinguindo/dividindo pelas cabeças que assomavam em cada abertura. Mas esta estratégia de apropriação criativa do espaço público (e da vida urbana) é apenas um dos muitos fios condutores de uma exposição que promete reavaliar internacionalmente um percurso ainda pouco conhecido fora do Brasil.

 

"LYGIA PAPE, Espacio Imantado" reúne cerca de 250 obras, entre pinturas, relevos, xilografias e performances, apresentadas através de objetos, vídeos e fotografias, assim como uma abundante produção cinematográfica, cartazes de filmes, poemas, colagens e documentos, que estarão expostos até 3 de Outubro de 2011. (continuar a ler sobre a exposição no Museo Reina Sofia, aqui)

 

 

E para saber mais sobre a Lygia Pape:

 

Projecto Lygia Pape (Associação Cultural organizada ainda em vida pela própria artista)

Enciclopédia Artes Visuais (Itaú Cultural) 

Lygia Pape (primeira exposição individual em Portugal, na Galeria Canvas, Porto, 1999; na qual a própria Lygia montou uma "Tteia" de canto)

Lygia Pape em "Um Oceano Inteiro para Nadar" (Culturgest, Lisboa, 2000; tendo sido adquirida a obra "Banquete Tupinambá", do mesmo ano, para a Colecção da CGD)

Lygia Pape (mostra antológica no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto, 2000)

"Lygia Pape. But I Fly" (exposição individual póstuma, na Galeria Graça Brandão, Lisboa, 2008)

Lygia Pape, 'Tteia I, C' (Bienal de Veneza, 2009)

 

 

Excerto do artigo publicado no jornal Expresso em Novembro de 2000, a propósito da exposição da artista em Serralves (na sequência da primeira individual na Canvas, em 1999, na qual foi possível testemunhar a montagem de uma 'Ttéia' de canto pela própria Lygia Pape):

 

LYGIA PAPE desde cedo integraria o Grupo Frente através de Ivan Serpa, com quem estudara, situando-se na dissidência carioca do Movimento Concreto brasileiro ao lado de outros artistas como Lygia Clark e Hélio Oiticica.

A sua obra inicial, das «Pinturas» aos «Relevos» realizados entre 1954/56, ensaiou primeiro o questionamento do suporte bidimensional, dissecando as relações sintáticas entre linha, forma e cor na obra pictórica, para partir à conquista do espaço aberto, animado pelos ritmos que sugerem a progressão da construção geométrica e pela flutuação dos motivos num campo alargado, sugerido para além das margens do plano pictórico.

Essa pesquisa centrada nos limites da pintura, e paralela às propostas de Oiticica e Clark, levaria Pape em direcção ao espaço real, não restrito ao carácter físico da obra em si, mas intervencionado de modo a constituir a parte de um ambiente específico, capaz de promover uma experiência sensorial plena e interactiva junto do espectador.

Deixa-se a tela, o muro, para ganhar o carácter multifacetado da vida. Recusa-se o exclusivo visual em favor da fruição multisensorial, promovendo o observador a agente activo, potenciador dos sentidos e significados últimos da obra de arte. Dos «Poemas Luz» e «Poemas Objectos», de finais dos anos 50, aos seus «Livros» - da Criação, da Arquitectura, do Tempo, já na viragem dos anos 60, é toda uma componente escultórica que se reforça, possibilitando o manuseamento do objecto, aliada à invenção de um léxico sem palavras. São formas e cores a conjugar pelo espectador-participante.

Outros trabalhos, como «Divisor» e «Ovo», ambos de 68, figuram como adereços expectantes, dependentes da acção humana para a sua efectivação. Outrora funcionaram como albergues de bailarinos ou músicos de samba, habitados em contextos performáticos de que agora apenas temos o registo documental como memória. Feitos de tecidos ou malhas tornadas membranas, cascas elásticas e frágeis vocacionadas para o envolvimento corporal total, não deixam de lembrar o vestuário para sambar de Oiticica («Parangolés»), as suas construções abertas a todas as sensorialidades («Penetráveis») ou mesmo os abrigos sinestésicos de Clark («Ninhos» e «Cosmococas»). A membrana que assim se resolve em divisões relativas e translúcidas remete ainda para as várias «Tteias» que Pape realizou já na década de 90, atestando uma inventividade inesgotável e a extrema coerência de uma obra desenvolvida ao longo de 50 anos de actividade.

A exposição permite ainda conhecer as suas incursões no domínio da dança e do cinema, apresentando os sólidos geométricos que pontuaram o espaço cénico dos seus «Ballets Neoconcretos» (1958/59) e integrando no ciclo de cinema brasileiro algumas das filmagens realizadas pela artista nas décadas de 60 e 70, dando expressão à riqueza transdisciplinar das suas propostas. Lúcia Marques



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Próximo Futuro é um programa Gulbenkian de Cultura Contemporânea dedicado em particular, mas não exclusivamente, à investigação e criação na Europa, na América Latina e Caraíbas e em África.
Orquestra Estado do Mundo
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